Finalmente, a insulina da BIOMM vai sair do papel

A fábrica de R$ 800 milhões que a BIOMM construiu em Nova Lima, ao lado de Belo Horizonte — e que estava pronta desde 2020 — finalmente vai começar a operar.

Em meados do ano passado, a companhia conseguiu da Anvisa as certificações que faltavam. Agora, acaba de concluir um follow-on que vai lhe dar o capital de giro necessário para começar a produção de insulina glargina, que o diabético pode tomar uma vez por dia, sem horário fixo, e que tem uma duração maior que a insulina humana.

A ideia é que, já neste ano, a fábrica de Nova Lima produza mais de 10 milhões de frascos e carpules (seringas) do biomedicamento, feito por meio da técnica de DNA recombinante. Mas a capacidade da fábrica é muito maior, de 40 milhões de frascos e carpules — o suficiente para cobrir mais de 80% da demanda nacional.

Biomm (BIOM3): BTG Pactual reduz participação para 8,76%

A Biomm BBIOM3 comunicou que o BTG Pactual informou, na última segunda-feira (19), uma redução de participação acionária relevante na companhia pelos fundos de investimento sob sua gestão, passando a deter 8,76% do total das ações ordinárias de emissão da Biomm.

A gestora disse ainda que as participações societárias não têm objetivo de alterar a composição de controle ou estrutura administrativa da Biomm.