Sindusfarma monthly prescription (Sep. 23): Sales Slowdown

Sindusfarma data for Sep. 23 reported an overall deceleration in pharma retail sales with sell-in and sell-out (i.e., using PMB as a proxy) reaching +8.7% y/y and +6.6% y/y in September (or +10.9% and +8.3% y/y during 3Q23, respectively), dragged down by anemic volume growth (i.e., sell-in volumes -0.9%/+0.8% y/y in Sep.23/3Q23). Generic sell-in sales also decelerated to 16.8% y/y (or +15.1% LTM y/y and +18.8% y/y 3Q23). In short, the slowdown of sales in September somewhat supports our more cautious view regarding HYPE3’s top-line trends in Q3 (recent downgrade here). Conversely, we think it underscores RADL3’s top-notch execution and continued market share gains, with retail sales expected to remain c.+15% y/y in 3Q23 (recent update here).

Healthtech brasileira entra no radar de aceleradores europeus

Depois de trabalhar monitorando os agentes do SUS em uma cidade no interior de São Paulo, Pereira chegou a uma conclusão. “Esse profissional precisava muito mais de ajuda do que de controle”, conta o executivo.

Foi nesse nicho que o empreendedor resolveu investir, ainda em 2015. O programa atua congregando informações sobre os pacientes, acompanhando seu estado de saúde e também gerando um mapa demográfico da população.

A solução começou a chamar a atenção da indústria farmacêutica, o que motivou a separação em duas frentes diferentes.

O Instituto EpHealth, a vertente pública, conta com 45 mil profissionais cadastrados e seis milhões de pacientes, estando presente em quatro mil municípios.

Já o EpScience, braço privado, atua junto a farmacêuticas fazendo estudos por encomenda.

Com ambas as atuações, a healthtech brasileira já acumula uma receita anual de R$ 6 milhões. Valor esse que ainda não contabiliza alguns projetos em andamento. Para 2024, a expectativa é um avanço de 50%.