Novatas na bolsa perdem valor desde IPO
Apenas 18% das ações lançadas nos últimos cinco anos superam preço de estreia
Apenas 18% das ações lançadas nos últimos cinco anos superam preço de estreia
Eles também alertam que o governo pode não ter as receitas esperadas com atualização dos ganhos dos fundos
A farmacêutica Hypera registrou lucro líquido de R$ 499,5 milhões no terceiro trimestre de 2023, alta de 6,3% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Na mesma base comparativa, a receita líquida somou R$ 2,48 bilhões, avanço de 6,2%.
O aumento na receita líquida no terceiro trimestre, de acordo com a Hypera, foi impulsionado pelo crescimento recente das vendas nas farmácias e distribuidores, pelo aumento das vendas nas plataformas próprias de comercio eletrônico, supermercados, nas adquiridas Simple Organic e Bioage e pelo crescimento nas vendas no mercado institucional.
O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda) das operações continuadas alcançou R$ 797,2 milhões de julho a setembro de 2023, crescimento de 9,6% em um ano.
A empresa estuda meios de promover a separação, mas acredita que o caminho mais provável seria o de uma transação via mercado de capitais, através da criação de uma entidade listada com sede na França
Os países que proibiram o medicamento usam como justificativa um possível efeito colateral provocado pela dipirona.
O efeito colateral seria a agranulocitose, uma alteração no sangue grave e potencialmente fatal marcada pela queda na quantidade de alguns tipos de células de defesa.
Um trabalho publicado em 1964 calculou que essa alteração sanguínea grave acontecia em um indivíduo para cada 127 que consumiam a aminopirina —uma substância cuja estrutura é bem parecida com a da dipirona.
Foi realizado, a partir de 1980, alguns estudos. O Boston, (EUA), foi realizado em oito países (Israel, Alemanha, Itália, Hungria, Espanha, Bulgária e Suécia) e envolveu dados de 22,2 milhões de pessoas.
O resultado dos estudos mostraram uma incidência de 1,1 caso de agranulocitose para cada 1 milhão de indivíduos que usaram a dipirona —o que é considerada uma frequência bem baixa.
A dipirona ficou conhecida no Brasil pelo nome comercial Novalgina, que hoje pertence ao laboratório francês Sanofi. Existem outros medicamentos que trazem dipirona: o Dorflex (também da Sanofi) e a Neosaldina (da Hypera Pharma).
Em comemoração ao Outubro Rosa e à campanha Novembro Azul, o Laboratório Biolab lançou pacotes de exames destinados à prevenção da saúde de homens e mulheres.
Projeto apresentado pelo senador Eduardo Braga, relator do tema na Casa, amplia lista de setores que terão desconto na alíquota e cria novos regimes tributários específicos
O TDAH é um distúrbio neurobiológico de causas genéticas, que normalmente aparece na infância e pode acompanhar o indivíduo por toda a sua vida
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, no Brasil, o primeiro medicamento não estimulante para o tratamento do TDAH (transtorno de déficit de atenção com hiperatividade. A molécula, chamada Atomoxetina, é utilizada nos Estados Unidos desde 2002, mas só agora está chegando aos pacientes brasileiros, pela APSEN Farmacêutica. Os principais diferenciais referenciados nos estudos clínicos do novo medicamento comprovam a eficácia no tratamento do TDAH com comorbidades (incluindo transtorno opositor desafiador, transtorno do espectro autista, ansiedade, transtorno de tiques e depressão), além de não causar dependência, por meio de uma opção de tomada única diária.
Proposta de relator encampa pedido de Estados por mais recursos e mantém incentivos para montadoras
O abemaciclibe, droga para tratamento de câncer de mama de alto risco, teve sucesso na redução de 32% do risco de recidiva, isto é, de retorno do tumor, após cinco anos de uso do medicamento.
Além disso, a droga também mostrou benefícios comparáveis ao uso por dois anos, indicando uma maior chance de sobrevida livre da doença no intervalo analisado, com um perfil de segurança (incidência de efeitos adversos) também elevado.