Mercado vê emissões do Tesouro acima do adequado em NTN-Bs médias e longas
Levantamento com 23 casas aponta oferta acima do adequado em prazos médios e longos, priorização de caixa e alta de 0,15 p.p. nos reais longos após leilão “off the run”.
Levantamento com 23 casas aponta oferta acima do adequado em prazos médios e longos, priorização de caixa e alta de 0,15 p.p. nos reais longos após leilão “off the run”.
O Sparta Debêntures Incentivadas, com liquidez a cada 30 dias, suspendeu os depósitos ontem; ká o Sparta Debêntures Incentivadas 45, atualmente com R$ 500 milhões de patrimônio, deixará de receber novos aportes quando atingir R$ 800 milhões
Para que a companhia pare de consumir caixa em 2026 e 2027, a joint venture entre Cosan e Shell precisa levantar cerca de R$ 10 bilhões, afirmaram analistas do banco
Endividamento elevado, queima de caixa e ceticismo pós-Braskem e Ambipar elevam yields perto de 10% e acendem alerta para novas vítimas.
Prejuízo anual supera R$ 8 bilhões, segundo o ‘Desperdiçometro’, ferramenta da ABHAV
Alta da Selic encosta no luxo: compras de alto padrão perdem fôlego
A farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk vai comprar a empresa americana Akero Therapeutics, especializada em doenças hepáticas, por até US$ 5,2 bilhões (R$ 27,8 bi), em uma tentativa de ampliar seu portfólio de medicamentos além dos megasucessos Wegovy e Ozempic.
A Novo afirmou que o acordo dará acesso a um “potencial medicamento inédito e líder na categoria” para tratar esteato-hepatite associada à disfunção metabólica (MASH), doença do fígado que está entre as complicações mais comuns da obesidade. Cerca de 40% dos pacientes com MASH têm diabetes, e mais de 80% estão acima do peso ou são obesos.
Pelo acordo, a farmacêutica britânica venderá alguns medicamentos com desconto para o Medicaid, plano público de saúde americano
Trump quer que americanos paguem o mesmo por remédios que pacientes de países que chama de “parasitas”; com isso, segundo o executivo, farmacêuticas poderiam manter preços nos EUA e aumentar na Europa
Isso pode direcionar os recursos voltados para pesquisa, o que resulta em um ciclo de desigualdade em que as áreas de menor destaque no Nobel recebem menos recursos para pesquisas e conseguem avançar menos