Fundos alertam para riscos no crédito privado em expansão
Comentários surgem no momento em que os empréstimos concedidos fora do setor bancário altamente regulamentado cresceu exponencialmente, para uma indústria de US$ 1,7 trilhão
Comentários surgem no momento em que os empréstimos concedidos fora do setor bancário altamente regulamentado cresceu exponencialmente, para uma indústria de US$ 1,7 trilhão
Há ainda muito chão pela frente. Cabe também uma melhoria do sistema atual
Carta da gestora de R$ 14,5 bi explica por que Equatorial, Eletrobras, Auren, Eneva, Copel, Motiva e Compass lideram a carteira; Nubank é destaque em crescimento, enquanto Mercado Livre e posições internacionais foram reduzidos por valuation.
A menos de um ano da eleição presidencial, os investidores estrangeiros começam a se preocupar com o tema. Em entrevista ao NeoFeed, Alexandre de Ázara, economista-chefe do UBS BB, diz o que eles pensam sobre o pleito
Com 480 MW instalados e projeção de dobrar até o fim da década, ONS libera megaprojetos (Casa dos Ventos, Dataspots) enquanto SP consolida clusters e Fortaleza desponta como hub internacional.
Projeção vê taxa terminal em 3–3,25% com novos cortes em 2026; fraqueza “genuína” no mercado de trabalho e política “modestamente restritiva” reforçam o caso por afrouxamento, mesmo com dados oficiais escassos devido ao shutdown.
ADP forte e debate na Suprema Corte sobre tarifas elevam rendimentos no curto prazo, mas Fed deve seguir cortando juros; Tesouro migra emissões para bills e SLR mais baixa pode liberar até USD 500 bi em capital bancário.
De olho em ativos menos líquidos, firma de Steve Cohen avança além do long/short em ações; movimento acompanha Millennium e Jain Global, enquanto rivais miram operações de alívio de capital bancário.
Co-CIOs dizem que o rali de 16% do S&P 500 em 2025, alimentado por IA, contrasta com incertezas sobre fluxos de caixa, inflação persistente, juros altos e tensão política; fundos migram para estratégias de volatilidade.
Millennium, Citadel, Balyasny e ExodusPoint acumulam ganhos de até 14,2% no ano; avanço de 2,3% do S&P 500 no mês reforça o apetite por risco, segundo o Business Insider.