Por Juliana Schincariol e Alessandra Saraiva, Valor — Rio
20/07/2023 11h05 Atualizado há 28 minutos
O secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Pinto, afirmou há pouco que o governo tem agenda importante, relacionada a mercados adjacentes ao setor bancário, como o mercado de capitais e o mercado de previdência.
Ele deu as declarações durante lançamento, nesta quinta-feira, da Agenda de Reformas Financeiras ciclo 2023-2024 no Palácio da Fazenda, no Rio de Janeiro. Na ocasião, ele comentou que, entre os principais problemas a serem abordados daqui por diante pelo governo é colocar mais empresas no mercado de capitais.
“É difícil fazer isso em mercado de ações mas não no mercado de dívida”, afirmou ele. Ele admitiu ser difícil, no entanto, estabelecer empresas pequenas no setor, mas não empresas médias.
Para o secretário, colocar mais empresas no segmento poderia servir para fomentar concorrência com os bancos, para assim estimular concorrência entre mercado de capitais e sistema bancário. Essa estratégia poderia levar a um cenário de redução de spread bancário no Brasil, no entendimento do secretário.
Outro foco apontado por ele, de estratégias do governo, é tirar amarras e estimular incentivos ao mercado de previdência.
Pinto comentou ainda sobre a questão tributária que, no entendimento dele, poderia ser mais eficiente, no setor financeiro. Outro tema discutidos pelo governo ainda, é o de hedge de empresas brasileiras atuando no exterior, afirmou também.
Fonte: Valor Econômico
