Rali dos emergentes ganha força com dólar fraco e Brasil assume protagonismo
Essa onda, já apelidada por analistas internacionais de debasement trade, tem encontrado terreno fértil no Brasil
Essa onda, já apelidada por analistas internacionais de debasement trade, tem encontrado terreno fértil no Brasil
Em menos de dois meses, o dólar já acumula depreciação de 5,83% frente ao real
Com IA, transição energética e defesa puxando a demanda, minerais críticos viram ativo estratégico e forçam EUA e Europa a redesenhar cadeias de suprimento hoje concentradas na China.
Em exercício de “história do futuro”, memo projeta que a inteligência abundante da IA pode virar choque deflacionário sistêmico — da queda do consumo à pressão em private credit e hipotecas prime.
Com entradas líquidas de US$ 116 bilhões e desempenho forte em 2025, hedge funds voltam ao radar de family offices, private banks e fundos soberanos em busca de liquidez e retorno não correlacionado.
Hedge funds voltam a comprar big tech e papéis “sensíveis à IA”, enquanto a alavancagem sobe e a rotação entre Semis e Software perde força, diz JPMorgan.
Hedge funds multiestratégia aceleram a caça a talentos e constroem “escadas” de carreira — mas o modelo levanta o risco de perder a vantagem ao treinar todo mundo do mesmo jeito.
Dimon compara disputa por crédito ao período pré-2008 e diz ver rivais fazendo “coisas burras” para inflar a receita líquida de juros.
Dimon alerta para euforia com IA e preços de ativos: “respire fundo e tome cuidado” diante de riscos como geopolítica e déficits.
Goldman Sachs destaca que oscilação nos preços do metal reduziu compras de autoridades monetárias em dezembro