EMS inaugura unidade de pesquisa de medicamentos em Manaus
Com financiamento de R$ 27,5 milhões do BNDES, EMS inaugura unidade de pesquisa de medicamentos em fábrica de Manaus…
Com financiamento de R$ 27,5 milhões do BNDES, EMS inaugura unidade de pesquisa de medicamentos em fábrica de Manaus…
Walker Lahmann, diretor-executivo de Relações Institucionais da Eurofarma, fala sobre a transformação da indústria farmacêutica, internacionalização, inovação e os desafios para ampliar o acesso a medicamentos
Close-Up aponta liderança de Eurofarma, Aché e Biolab entre corporações e fabricantes. Confira na íntegra!
A menos de 3% do recorde, as ações americanas seguem ignorando o sell-off nos títulos — mas o Treasury de 10 anos volta a flertar com o patamar que, em 2007, antecedeu o estrago.
Com US$ 2 trilhões em Treasuries e 7% do mercado, os hedge funds preencheram o vazio deixado pelos fundos de pensão — e o Fed de Nova York quer saber o que acontece se precisarem sair rápido.
Com o Treasury de 10 anos acima de 5%, o mercado já não teme a alta de juros em si — o risco está no que Warsh disser sobre o que vem depois.
Com quase quatro altas já precificadas, o teste de Kevin Warsh não é subir 25 pontos-base, mas convencer o mercado de que o ciclo de aperto será curto.
Pela primeira vez neste século fora de crises, o estrangeiro coloca mais dinheiro em ações americanas do que em Treasuries — e o mercado começa a discutir o que “livre de risco” ainda significa.
Com juros em máximas de décadas nos EUA, Reino Unido, Alemanha e Japão, George Cole, da Goldman Sachs Research, diz que governos e empresas disputam o mesmo estoque de poupança — e que só um novo fundamento derruba os yields.
Com o Treasury de 10 anos perto de 5%, a Goldman lembra que o problema não é o nível dos juros, mas a velocidade — e que, historicamente, o S&P 500 sobe 9% no ano seguinte ao início do aperto.