Mesmo com El Niño, comida terá menor impacto em preços
Com preços de atacado em queda, economistas avaliam que alimentação vai pressionar menos o IPCA neste ano
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A indústria também possui grande relevância em Montes Claros, especialmente o setor farmacêutico. Nomes como Novo Nordisk, MDS, Hipolabor, Cristália, Eurofarma e Vetbras estão entre as marcas com operações fabris na cidade. E conforme o secretário, pelo menos outras duas grandes companhias do segmento negociam, neste momento, a instalação de fábricas no município.
“Tem também alguns fornecedores. Fabricantes de embalagens e bula, por exemplo, que também negociam via Invest Minas para integrar o cinturão de fornecedores do polo na cidade”, revela.
No segmento, a principal empresa a atuar em Montes Claros é a multinacional Eurofarma, que está concluindo uma fábrica na cidade com investimentos da ordem de R$ 2 bilhões e geração de mil postos de trabalho. A planta deve iniciar as operações no fim deste ano em uma área de 280 mil metros quadrados.
A nova unidade vai produzir sólidos orais, hormonais e antibióticos. E atenderá demandas do Brasil e da América Latina onde o laboratório atua. A companhia mantém operações próprias na Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela, além de mercados da América Central como Costa Rica, Panamá e República Dominicana.
A farmacêutica Cimed lançou uma campanha publicitária para celebrar o aniversário do hidratante labial Carmed, que vendeu 2,7 milhões de unidades em uma única live comandada pelas atrizes Larissa Manoela e Maisa no ano passado. Na ocasião, a companhia bateu R$ 40 milhões de faturamento em apenas 20 minutos, ao apresentar a versão desenvolvida em parceria com a marca de balas Fini.
Com a nova campanha, que aposta de novo na dobradinha das influenciadoras, a meta é vender mais de R$ 100 milhões em três meses, o que equivale a cerca de 6,75 milhões de bisnagas — a fábrica tem capacidade para produzir mais de 4 milhões de unidades por mês.
Entre as ações previstas, está a entrega de um Carmed a cada produto adquirido entre hoje (26) e amanhã (27). Além disso, os consumidores podem concorrer a 10 mil prêmios e a chance de escolher o sabor, a cor e a textura do próximo hidratante labial. O público-alvo da promoção são crianças e adolescentes, de acordo com a companhia — que neste ano está investindo quatro vezes mais em publicidade do que em 2023.
A campanha vem na esteira do aumento das vendas de cosméticos no Brasil e no mundo, à medida que menos pessoas usam máscaras de proteção contra a covid-19. Para se ter ideia, a venda de maquiagens nos Estados Unidos avançou 6% em varejistas generalistas em 2023 em relação a 2022, de acordo com relatório da consultoria Circana. Já em canais especializados em beleza o salto foi de 14%, para US$ 31,7 bilhões.
Entre as ações, o destaque do dia foi a Zealand Pharma, farmacêutica dinamarquesa que disparou 35,67% na bolsa de Copenhagen. A empresa foi beneficiada por resultados considerados “inovadores” de um medicamento para perda de peso que está desenvolvendo com a farmacêutica alemã Boehringer Ingelheim. A droga ainda está em fase de testes.
US biotech group’s data suggests dominance of Novo Nordisk and Eli Lilly in the anti-obesity segment could be challenged in a few years
Com o novo resultado, o IPCA-15 alcançou 4,49% no acumulado de 12 meses, disse o IBGE. Nesse recorte, a taxa era de 4,47% até janeiro.
Dados do Ministério da Saúde mostram que os casos tiveram um aumento de 80% em relação a mesma época do ano em 2023.
Entre especialistas que seguem na linha de frente do combate à doença, um dos consensos é que, no médio prazo, o Brasil seguirá com um volume de mortes por Covid-19 parecido ao de agora, embora por motivos diferentes do período mais crítico.
Ralcyon Teixeira, que está à frente de um dos principais centros de infectologia da América Latina, observa que os óbitos estão se concentrando em grupos clinicamente mais vulneráveis da população, assim como foi nos primeiros meses da pandemia.
“É difícil que alguém contraia a Covid-19 e morra puramente por causa dela hoje”, afirma Teixeira. “O que está acontecendo é uma descompensação de doenças crônicas que os pacientes já possuíam antes de serem infectados pelo vírus. Daí, o que ele faz é intensificar essa base, e as pessoas vão a óbito.”
Entre essas complicações, estão a diabetes, que atinge 7% da população brasileira, e doenças cardiovasculares, que afetam cerca 14 milhões de pessoas pelo país, segundo dados recentes do Ministério da Saúde.
Para Ralcyon Teixeira, do Emílio Ribas, outro motivo que ajuda a entender por que a Covid-19 ainda vitima tanta gente é a desinformação —tanto da maioria da população quanto dos próprios profissionais de saúde.
De um lado, na análise dele, falta conhecimento público sobre os medicamentos já disponíveis em farmácias ou até oferecidos gratuitamente em dispositivos do Sistema Único de Saúde (SUS) para tratar a doença.
É o caso do Paxlovid, elaborado pela americana Pfizer e aprovado na metade de 2022 pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para venda no país. De outro, ele vê que muitos médicos ainda não têm lançado mão dessas alternativas quando atendem pessoas infectadas.
Outro consenso entre os especialistas são as brechas na vacinação. Hoje, o Brasil tem perto de 82% da população imunizada com as duas primeiras doses das vacinas monovalentes – um universo de 167 milhões de pessoas.
Metade do país (53%) está totalmente coberta pelos reforços disponíveis. Mas a baixíssima adesão à vacina bivalente, que foi aplicada em cerca de 16% dos brasileiros (33,3 milhões de doses) é o ponto considerado mais alarmante.
“Significa que pouquíssima gente está protegida contra as novas cepas circulantes, oriundas da ômicron, já que as vacinas monovalentes carregam apenas cepas antigas”, explica Dalcolmo.
O Grupo Salta persegue a tese de consolidação do ensino básico no Brasil – um mercado de mais de R$ 100 bilhões e 9 milhões de alunos, mas ainda extremamente fragmentado
Ideia foi restringir que fluxos monetários fossem destinados à previdência se aproveitando de um benefício fiscal próprio de caráter previdenciário e securitário