Em disputa por ICMS, Tesouro prevê superávit regional de R$ 72 bilhões
Economista calcula que com a mudança no tributo os Estados perderão R$ 57 bilhões em receitas no segundo semestre
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Aumento da arrecadação no 1º semestre impulsiona gasto 21,7% maior que antes da eleição de 2018
Horácio Lafer Piva foi um dos primeiros empresários a aderir à carta de apoio à democracia
Se aprovada, a medida vai favorecer as emissões de títulos privados feitas pelas empresas ainda neste ano para financiar os seus investimentos
O Itaú BBA elevou o preço-alvo da ação e citou fatores como os lançamentos da farmacêutica em 2022, que podem adicionar um faturamento de R$ 350 milhões, neste ano, e de R$ 450 milhões, em 2023
O princípio ativo do medicamento é retirado de uma planta, a duboisia, que é cultivada em uma fazenda de Arapongas há mais de 40 anos. Desde 2019, a marca Buscopan pertence à Hypera Pharma, uma das maiores empresas farmacêuticas do Brasil, que anunciou em maio deste ano que vai assumir também o controle da produção da matéria-prima.
Além do Buscopan, a duboisa também fornece o princípio ativo do Spiriva (brometo de tiotrópio), que é receitado para o tratamento do sistema respiratório.
Do cockpit para o laboratório! Depois de mais de dez anos na EMS, Fellipe Granzotto pilota agora o departamento de comunicação interna, branding e cultura organizacional do Grupo NC.
O executivo tem passagens por emissoras de rádio e televisão, agências de marketing e comunicação corporativa. Atuou até mesmo nos autódromos, onde foi piloto da Stock Jr., categoria de base da Stock Car.
A RaiaDrogasil aposta em Adriana Mello para comandar as operações da plataforma de marketplace da rede. A executiva graduada em relações públicas assume a colocação após pouco mais de um ano na Loggi, como vice-presidente de novos negócios.
Apesar de viver sua primeira experiência em farmácias, tem mais de 20 anos de atuação no varejo. Seu currículo inclui passagem por grandes players como Grupo Pão de Açúcar e B2W.
A corrida por vacinas e tratamentos contra a Covid-19 representou mais um empurrão para a indústria global de medicamentos biossimilares, cujo faturamento superou a casa dos US$ 10 bilhões no ano passado. A IQVIA prevê que as cifras subam para US$ 80 bilhões até 2025.
Mas como a América Latina e o Brasil poderiam sobressair nesse mercado potencial, em meio a gargalos no acesso dos pacientes? Para debater as perspectivas da categoria na região, o fórum Biosimilars LatAm – Brazil 2022 reúne gestores clínicos, de inovação e da área regulatória de 12 países, além de 150 líderes da indústria farmacêutica nos próximos dias 24 e 25 de agosto, na capital paulista.
Já a lista de laboratórios privados presentes ao fórum inclui Bionovis, Libbs, Merck, Pfizer e Sandoz. Especialistas internacionais também colaborarão para os debates, oriundos de mercados como África do Sul, Argentina, Bélgica, Coreia do Sul, Índia e Reino Unido.
Compradora passa a deter o medicamento Oxbryta, para tratamento contra a doença falciforme, cujas vendas atingiram, aproximadamente, US$ 195 milhões em 2021