Medicamentos hospitalares aumentaram até 410%

Além do sedativo Midazolam, outros medicamentos que tiveram maior variação nos preços foram o hemitartarato de norepinefrina (para controle de pressão e tratamento de parada cardíaca), que aumentou de R$ 1,80 para R$ 7,16 cada ampola, e o omeprazol (para tratamento de quadros gástricos), que passou de R$ 4,96 para R$ 18,44 o frasco.

Na média, o preço dos 76 tipos de medicamentos analisados apresentou aumento de 97,49% entre fevereiro de 2020 e junho de 2021. Já entre os materiais médico-hospitalares, a alta foi de 161,14%, entre fevereiro de 2020 e abril de 2021.

Big Data auxilia indústrias a aprimorar performance no PDV

A Big Data, especializada na análise de dados por meio de inteligência artificial, vem se firmando como aliada estratégica da indústria farmacêutica. A partir de uma solução exclusiva em parceria com o Grupo SantaCruz, a empresa auxilia os fabricantes a introduzir novos produtos, reduzir ruptura e aprimorar a performance nas redes de farmácias e PDVs independentes.

Denominado One Click Order, o programa indica o sortimento ideal para cada ponto de venda, além de recomendar quais e quantos SKUs da indústria determinada farmácia deve receber. As ferramentas de inteligência artificial da Big Data possibilitam a avaliação de 17 mil variáveis que impactam o sucesso de um produto no PDV.

Terapia psicodélica começa a ser usada em empresas nos EUA

A cetamina é legal para uso médico nos Estados Unidos e no Reino Unido e, embora seja mais amplamente usada como anestésico, estudos descobriram que é útil no tratamento da depressão e outras doenças psíquicas. À medida que as taxas de doença mental aumentaram mais de 25% no primeiro ano da pandemia, de acordo com um relatório recente da Organização Mundial da Saúde, a terapia assistida por cetamina se tornou mais popular como tratamento de saúde mental.

Pesquisa de Oxford vê bons resultados em medicamento contra insônia

Um novo medicamento contra a insônia, o lemborexant, avaliado em um amplo estudo no Reino Unido, se revelou mais eficaz que os remédios atualmente disponíveis no mercado para tratar o problema em adultos. Feito por especialistas da Universidade de Oxford e publicado na Lancet, o trabalho explorou os diferentes tratamentos farmacológicos contra a falta de sono. A droga, aprovada nos EUA desde 2019, ainda não está disponível no Brasil. A previsão é de chegada no ano que vem.