Alta de juros está perto do fim, mas quadro fiscal preocupa, diz Blackrock
Executivo da Blackrock projeta 50% de risco de recessão na América Latina
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Xavier ponderou que não é o momento de fazer grandes apostas
O Relatório reúne os principais destaques financeiros, ambientais, sociais e de governança alcançados pela Blau em 2021, além de reforçar o compromisso da Companhia com a transparência, ética e as principais práticas ESG.
A Eurofarma traz Fernando Ribeiro para o cargo de gerente de terceirização LatAm. O executivo passou os últimos dois anos na ACG World, onde atuava como gerente de vendas para o Brasil.
Também trabalhou na área de logística, pela SEA Vision & Lixis, além de ter passagens pelo setor automotivo e pela indústria química, respectivamente na Goodyear e na Umicore.
A companhia esclareceu que nem ela nem seus acionistas controladores negociam operações societárias ou outras formas de combinação de seus negócios com outras empresas farmacêuticas, além de reiterar seu compromisso de manter seus acionistas e o mercado em geral devidamente informados, na forma da legislação e da regulamentação em vigor.
O antidiabético Glifage XR, da Merck, ocupa a primeira colocação com 81,9 milhões de unidades vendidas, um crescimento de 17,36%. O resultado foi estimulado pelo lançamento, no ano passado, de uma nova versão do remédio – que se tornou a primeira combinação de cloridrato de melformina e gliclazida em um comprimido único e de duração prolongada.
Em segundo lugar vem o Neosoro AD, da Neo Química, com 69,6 milhões, alta de 11,05%. Do mesmo laboratório, a Losartana Potássica MG está na terceira posição com 49,7 milhões, volume 3,51% superior ao do período anterior.
“O contrato com a EMS S/A é, no mínimo, desastroso e a transferência da tecnologia não é suficiente para justificar esse absurdo. Claramente, o patrimônio público está sendo lesado, com autorização do governo Bolsonaro”, acusou Vaz, que desde então alertava para a possibilidade de superfaturamento nas compras
O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), contudo, nega o risco de desabastecimento. Segundo a entidade, que reúne empresas com mais de 95% do mercado nacional de remédios, é preciso modernizar a regulação de preços dos medicamentos — definidos pela CMED — para adequar os custos, que foram influenciados pela pandemia. A pandemia intensificou o cenário “quando os preços internacionais de IFAs e logística explodiram, precipitando o problema atual”.