União Europeia prevê inflação maior na zona do euro e crescimento mais fraco com guerra na Ucrânia
Braço executivo da UE espera que o índice de preços ao consumidor dê um salto histórico de 7,6% em 2022 e avance 4% em 2023
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Banco é o primeiro entre as grandes instituições brasileiras a aderir ao segmento
Leilões do Porto de Santos e da Corsan não deverão ficar prontos a tempo
Persistente alta dos preços pode levar o Fed a subir mais o juro de forma mais agressiva
Instituição manteve projeção para crescimento da economia em 1,4% este ano, mas reduziu a de 2023 de 0,8% para 0,7%
Resolução substitui instruções 400 e 476 para dar agilidade a operações no mercado de capitais
A leitura do varejo em maio é de estabilidade
Em uma vitória para o governo, a Câmara rejeitou sugestões da oposição, entre elas a de tornar permanente novo valor do Auxílio
“As evidências demonstraram, a partir de novos testes realizados, que a impureza ‘azido’ não possui a toxicidade inicialmente identificada. Assim, com os novos dados apresentados, os limites de segurança foram recalculados, indicando que os lotes do medicamento que foram recolhidos ou interditados não ultrapassam os limites de segurança”, traz o comunicado da Anvisa.
Novos dados mostraram que impureza identificada em anti-hipertensivo não tem a toxicidade inicialmente identificada.
Para o presidente-executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), Nelson Mussolini, “mais uma vez prevaleceu a ciência”. “Os novos testes realizados pelas autoridades sanitárias internacionais constataram que as impurezas inicialmente detectadas não causam danos à saúde dos consumidores e a Anvisa retirou a determinação de recolhimento desse importante fármaco. Esperamos que a mesma ênfase dada à divulgação do suposto problema seja dada agora à informação relevante de que a losartana, anti-hipertensivo com cerca de 25 milhões de usuários no Brasil, é um medicamento seguro e nenhum paciente deve interromper seu tratamento com esse produto”, disse Mussolini, em nota.