O que esperar da China em 2026. O Itaú listou 10 tópicos
China 2026: Itaú vê economia “resiliente”, PIB perto de 5% e exportações fortes, com consumo em segundo plano e atenção a imóveis, terras raras, IA e câmbio.
China 2026: Itaú vê economia “resiliente”, PIB perto de 5% e exportações fortes, com consumo em segundo plano e atenção a imóveis, terras raras, IA e câmbio.
Vendas no varejo registraram seu pior desempenho desde que o país encerrou as restrições de “Covid-19 zero”
Economia chinesa perde fôlego em novembro, com produção, consumo e investimentos desacelerando abaixo das expectativas.
Mesmo com demanda interna fraca e deflação, China reforça status de “chão de fábrica do mundo” e leva superávit comercial global a US$ 1 trilhão, reacendendo tensões com EUA, Europa e emergentes.
Crescimento do país estagnou após meses de desaceleração no consumo e queda rápida nos investimentos
Dados também mostram que os embarques para os EUA caíram quase 29%; China tem diversificado mercados de exportação em todo o Sudeste Asiático, África, Europa e América Latina
Com P&D em ritmo acelerado, ecossistemas industriais avançados e estratégia estatal focada em autossuficiência, a China transforma sua antiga “fábrica do mundo” em laboratório global e desafia EUA e Europa na liderança tecnológica.
Com preços já até 40% abaixo do pico e explosão de imóveis em negative equity, o mercado imobiliário chinês desafia o Politburo e expõe a insuficiência dos novos subsídios hipotecários.
EUA transformam terras raras em “momento Sputnik” da nova Guerra Fria: governo entra como acionista, impõe preço mínimo e lidera corrida bilionária para romper domínio chinês na cadeia de minerais críticos.
China desacelera: indústria e investimentos ficam abaixo do esperado em outubro, mas desemprego urbano recua para 5,1%