Executivos estão mais pessimistas em relação ao país
Segundo o IBGC, é a primeira vez nas edições do levantamento, iniciado em 2024, que as respostas com perspectiva negativa para o ambiente de negócios superam as positivas
Segundo o IBGC, é a primeira vez nas edições do levantamento, iniciado em 2024, que as respostas com perspectiva negativa para o ambiente de negócios superam as positivas
Para gestor, é cedo para avaliar impactos da guerra e estrangeiro continua pouco preocupado com questões locais
Lula avalia decreto para permitir controle privado operacional em minas de urânio — com a INB mantendo ao menos 20% nas SPEs — para destravar investimentos e ampliar a produção no país.
Depois do período de euforia, a ausência de novos unicórnios no Brasil revela uma transformação muito mais profunda do que a simples falta de liquidez: amadurecido, o mercado agora exige lucro
Spreads de crédito investment-grade se alargam ao maior ritmo desde novembro, com temor de que a disrupção da AI eleve defaults em software e contamine private credit.
Ações pedindo dinheiro de volta disparam depois de veredicto da Suprema, aumentando a pressão sobre o governo para efetuar devoluções que podem chegar a mais de US$ 160 bilhões.
Sob pressão de populistas por juros mais baixos e dívida recorde, bancos centrais reagem para defender a independência — mas arriscam parecer cada vez mais políticos.
Entradas em fundos globais de ações recuam para a mínima em cinco semanas com temor de custos e disrupção da AI; Europa lidera o fluxo, enquanto tech e financeiro sofrem resgates.
Goldman vê rotação para “velha economia” e value stocks à medida que o capex em AI pressiona hyperscalers e reacende o valor de ativos físicos como data centers e energia.
Para ex-Fed de Nova York e CEO da DriveWealth, apesar de ruídos, mercado americano se beneficia de desregulamentação e IA