GSK’s old foe, uncertainty, comes back to haunt it

At a key oncology conference in Chicago, GSK presented fresh data on a myeloma medicine it withdrew from the US market in 2022. The UK pharma group hopes recent study data could aid Blenrep’s reintroduction. Instead, investors’ attention was drawn by an unwelcome development further east: a ruling by a judge in Delaware that will expose GSK to jury trials in the state in cases involving its heartburn treatment Zantac.

Concerns over liabilities related to Zantac litigation have dogged GSK’s shares for the past two years, ever since a Morgan Stanley note estimated a product liability of as much as $27bn for GSK. Although analysts’ estimates have come down significantly since, the uncertainty is an unwelcome old foe that chief executive Walmsley can ill-afford, even as she makes progress on the group’s other key challenges.

The Delaware judge ruled that scientific evidence presented by lawyers acting on behalf of plaintiffs who claim a link between the drug and various cancers would be admissible in trials. It does not determine liability or imply the court agrees with the science. But Delaware accounts for about 70,000 of GSK’s remaining 80,000 cases relating to Zantac.

Sanofi pushes ahead with €20bn consumer healthcare spin-off

Sanofi will press ahead with plans for a spin-off of its consumer division, which could be one of Europe’s biggest deals this year, adding bankers to work on a sale process and preparations for a public listing expected to value the business at about €20bn.

Goldman Sachs and Morgan Stanley will work alongside BNP Paribas and Bank of America on a sale and potential float expected to take place as soon as the end of the year, according to people familiar with the matter.

Avanço do 5G abre espaço para novos hubs logísticos no interior

O Grupo Elfa, operador logístico focado no setor de saúde, está em fase de estudos com a Embratel para a implementação de 5G privativo nos centros de distribuição (CDs). Segundo Rafael Tobara, CIO do Grupo Elfa, a empresa fez mais de 20 aquisições nos últimos oito anos, após investimento do fundo Pátria, e mantém cerca de 30 CDs que atuam como hubs de distribuição de medicamentos e equipamentos hospitalares para mais de 7 mil hospitais, 250 mil clínicas e 700 planos de saúde em todo o país.

“Dentro dos CDs, alguns com mais de 20 mil m2, tenho ineficiências relacionadas à instabilidade do sinal do wi-fi, o que atrapalha a separação e a preparação de pedidos [pick], a coleta e a comunicação externa. A rede 5G privativa deverá será implantada a partir de 2025, inicialmente no CD de Belo Horizonte ou no de Brasília, como piloto para toda a rede. Os objetivos são: maiores cobertura e segurança, eliminando áreas de sombra, e agilização de entregas”, afirma Tobara.

Anvisa autoriza doação de medicamentos ao Rio Grande do Sul

A diretoria colegiada da Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta quarta-feira (29), em caráter excepcional, a doação de medicamentos para a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul e para as secretarias de saúde de municípios gaúchos atingidos por enchentes.

Em nota, a Anvisa destacou que a medida vale para medicamentos regularizados no Brasil, incluindo remédios controlados e amostras grátis. “Para garantir a qualidade e a segurança dos produtos, as doações devem ser adquiridas de fabricantes e distribuidores de medicamentos.”

A autorização da diretoria colegiada da agência é válida por 90 dias, mas pode ser prorrogada caso haja necessidade.

Dez indústrias detêm 30% das vendas online nas farmácias

A concentração de mercado também caracteriza as vendas online nas farmácias. Apenas dez indústrias dominam praticamente 30% do volume de negócios nas plataformas de e-commerce do varejo farmacêutico. É o que apontam indicadores da IQVIA referentes aos últimos 12 meses até março deste ano.

As vendas online nas farmácias movimentaram R$ 14 bilhões no período, o que representa 7% do faturamento total do setor. Deste montante, R$ 4,19 bilhões foram gerados pelas empresas presentes no top 10. O estudo considera tanto os medicamentos como produtos de higiene pessoal, beleza e conveniência.

As duas primeiras colocadas nesse ranking têm nos medicamentos Rx as âncoras para se movimentarem no varejo digital. Tanto na líder EMS como na Eurofarma, essa categoria representa 86% das transações. A diferença entre elas está nos outros produtos.
Os medicamentos de prescrição (Rx) são os carros-chefes das vendas online nas farmácias. As exceções ficam por conta da Mantecorp Farmasa e das três companhias totalmente focadas em bens de consumo – P&G, Nestlé e Kimberly Clark.

A participação do Rx no faturamento chega a 76,9% no Aché, 88,9% na Libbs, 96,5% na Takeda e 99,5% na Novo Nordisk. O panorama é bem diferente da média geral do mercado farmacêutico, no qual a higiene, beleza e conveniência respondem por 46% dos negócios.