Humano recebe primeiro implante de chip cerebral de empresa de Elon Musk

A empresa de tecnologia, porém, recebeu permissão da FDA (agência reguladora de medicamentos e alimentos nos EUA) para iniciar o recrutamento para o primeiro teste em humanos apenas no último 19 de setembro.

O estudo agora em curso tem foco em pessoas com paralisia causada por lesão da medula espinhal cervical ou ELA (esclerose lateral amiotrófica).

A startup não revelou quantos participantes participarão do experimento, que levará cerca de seis anos para ser concluído.

O estudo usa um robô para colocar cirurgicamente um implante de interface cérebro-máquina (BCI, na sigla em inglês) em uma região do cérebro que controla a intenção de se mover, disse a Neuralink.

O objetivo inicial, segundo a empresa, é permitir que as pessoas controlem um cursor ou teclado de computador usando apenas seus pensamentos.

A tecnologia da Neuralink tem inspiração nos estudos sobre a interface cérebro-máquina do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, que conseguiu ligar o cérebro de macacos do gênero Rhesus a computadores.

Quem é contra a nova política industrial é contra o Brasil

Abastece com etanol? Compra remédio mais barato? Viaja num dos aviões mais modernos e seguros do mundo? Consome proteína animal que abastece o mundo ou eletricidade com motores elétricos? Temos celulose com sustentabilidade e crédito de carbono? Agradeça à política industrial. O que nos leva ao acalorado debate que temos observado a partir do lançamento da Nova Indústria Brasil, em 22 de janeiro, sobre se o Estado deve exercer maior ou menor papel em conduzir os caminhos para o desenvolvimento do país.

Afinal, do que trata e o que pretende a Nova Indústria Brasil e por que ela deve ser apoiada não só pela indústria? De forma resumida, seu fio condutor é alinhar agentes públicos e privados para posicionar o Brasil frente aos desafios contemporâneos. Isso se dá por meio de quatro temas transversais: inovação, produtividade, descarbonização e exportações, tendo a indústria como elemento central na indução de um novo ciclo de desenvolvimento econômico e social.

A adoção de políticas públicas focadas na indústria tem uma explicação simples. Seja nas economias mais desenvolvidas ou no Brasil, é ela que detém capacidade de dinamizar cadeias produtivas e outros setores da economia. É também na indústria que mais se oferta e consome inovação, na qual se agrega valor ao produto nacional e se encontram os melhores empregos.
Já os efeitos das mudanças climáticas nos afetam como sociedade. É compreensível, portanto, que o poder público busque coordenar agentes públicos e privados em torno de ações estruturadas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, de se promover a transição para uma matriz energética mais limpa e eficiente e de desenvolver a bioeconomia a partir da riqueza dos recursos naturais.

Ou, ainda, de fortalecer o complexo produtivo da saúde para reduzir a vulnerabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS) frente à alta concentração da produção de insumos médicos e farmacêuticos em países da Ásia. Não é difícil recordar a escassez de produtos básicos, como álcool em gel, luvas de látex e princípios ativos de medicamentos, quando a pandemia de covid-19 provocou um desarranjo das cadeias globais de produção. Estabelecer uma missão de política industrial com esse foco e objetivo faz todo sentido e a Nova Indústria Brasil acerta ao definir essa prioridade.

Cimed busca espaço no setor de estética com linha Milimetric Pro

Buscando conquistar um espaço no mercado de procedimentos estéticos, a Cimed lançou a linha Milimetric Pro. Atualmente, o ativo conta com um portfólio completo de preenchedores injetáveis à base de ácido hialurônico e, nos próximos anos, também contemplará bioestimuladores de colágeno, fios de PDO e toxina botulínica

Em função da complexidade e dos riscos que envolvem os procedimentos estéticos para os quais o produto foi desenvolvido, a linha Milimetric Pro é direcionada a profissionais de saúde habilitados para a realização das intervenções, como médicos, dentistas, biomédicos, farmacêuticos, fisioterapeutas e enfermeiros que possuem especialização em estética.

Durante o processo de desenvolvimento, que levou dois anos e meio entre a preparação e o lançamento, a Cimed buscou parcerias com players do setor na Coreia do Sul. O país asiático é o principal polo de tecnologia em estética no mundo. Com o ingresso no setor, a farmacêutica almeja aumentar o faturamento em R$1 bilhão nos próximos 5 anos.

Na próxima sexta-feira (26), a Cimed realiza em São Paulo o Milimetric Experience, evento imersivo com a presença de especialistas no setor de estética e workshops para a demonstração do potencial da nova linha.

Além da linha profissional, a empresa também lançou uma linha de dermocosméticos para cuidados com a pele voltada para o consumidor final – o Milimetric Skincare. O portfólio conta com cinco produtos dedicados à rotina de cuidados com a pele.

Hypera Pharma (HYPE3): por que a Empiricus deixou de recomendar as ações?

O problema é que tudo indica que, depois desse longo período de crescimento, estamos entrando em uma ressaca que deve afetar o resultado por alguns trimestres (pelo menos).

Uma queda nas vendas de medicamentos já era esperada com o fim da pandemia. O que ninguém esperava é que o inverno de 2023 seria o mais quente dos últimos 60 anos, e que isso faria os casos de gripe e as vendas desabassem. Desta vez, a maior participação de antigripais nos resultados da Hypera pesou, e fez o sell-out (venda para o consumidor final) despencar.

Isso já seria ruim, mas há um outro ponto importante. Como normalmente acontece, as farmácias tendem a aumentar os pedidos antes dos reajustes (abril) e antes da temporada de gripe, que não veio em 2023.

Esse descasamento entre aumento nos pedidos das farmácias (sell-in) e queda das vendas na ponta final (sell-out) sugere estoques acima da média nas farmácias neste momento, o que deveria levar algum tempo para normalizar, especialmente se o inverno de 2024 não trouxer aumento nos casos de gripe. Até lá, é provável que as vendas da Hypera continuem afetadas.

Ainda sobre os próximos trimestres, com a inflação dentro da meta em 2023, é provável que o próximo reajuste de medicamentos (CMED) seja bastante modesto e não provoque grandes antecipações de pedidos pelas farmácias que queiram se proteger da alta, um fator que costuma ajudar no início do ano.