Anvisa nega proibição de flores de Cannabis

É fato que a terapia canábica virou sinônimo de CBD (Canabidiol), apesar de não ser a única substância da planta, apenas a mais pesquisada e popular entre os pacientes – principalmente na forma de gotas. A Cannabis tem mais de 150 elementos, que interagem entre si, e dependendo do tratamento, juntos produzem efeito mais rápido no organismo. Por isso, há casos em que os médicos indicam as flores no lugar do óleo.
A eficiência das flores é inegável, tanto que a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) tem uma portaria específica (RDC 660), que autoriza a importação individual delas. Recentemente, essa possibilidade terapêutica virou alvo de discussão, entre os empresários do setor, que se acham prejudicadas por casos de prática ilegal.

O grande descontentamento é a quantidade de anúncios irregulares nas redes sociais, que acenam com a possibilidade da importação de flores, por meio da RDC nº 660, para uso recreativo, apesar de a permissão valer apenas para o medicinal.

Austrália autoriza uso médico do ecstasy e de alucinógenos

A Austrália se tornou, neste sábado (1º), um dos primeiros países a autorizar o uso do ecstasy e de fungos alucinógenos para o tratamento de transtorno de estresse pós-traumático e de alguns tipos de depressão.

O uso médico da MDMA, base da droga recreativa ecstasy, e da psilocibina, extraída de cogumelos, já havia sido autorizada em fevereiro pela agência australiana de controle de drogas. A partir de agora, as substâncias podem ser prescritas por psiquiatras.

Plasma Rico em Plaquetas: conheça técnica de fertilidade

De comum nos dois casos, o uso da técnica do PRP (Plasma Rico em Plaquetas), um concentrado de plaquetas que é extraído do próprio sangue da mulher e injetado nos ovários ou no endométrio para tratar a infertilidade.

Esse procedimento já é comum no mundo em outras especialidades, como cirurgias ortopédicas, odontológicas, dermatológicas e até para fins estéticos. No entanto, sua utilização no tratamento de infertilidade é recente e se tornou mais conhecida após a pesquisa realizada por um grupo de médicos gregos que mostrou resultados promissores no tratamento de insuficiência ovariana com o uso de PRP.

Produto está em análise por Anvisa e outras agências

A Novo Nordisk, farmacêutica que produz a Icodec, informou que submeteu a aprovação da insulina semanal em abril à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O prazo para a avaliação da agência é de 16 a 24 meses. Só depois da aprovação é que haverá discussão sobre o preço e previsão de lançamento do produto. A empresa informa que a nova insulina também está em análise pelo FDA, EMA e NMPA – as agências reguladoras americana, europeia e chinesa.

Estudo aponta eficácia de dose semanal de insulina

Estudo divulgado na semana passada durante o Congresso da Associação Americana de Diabetes (ADA) indica que uma nova injeção de insulina, de aplicação semanal, seria mais vantajosa do que a insulina de dose diária – utilizada atualmente por aqueles pacientes que não conseguem controlar a glicemia só com remédios. Segundo o Atlas do Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF), o Brasil é o quinto país em incidência de diabete no mundo.
Ao fim de cerca de seis meses de análise, houve uma redução na hemoglobina glicada de 8,6% para 7% nos pacientes monitorados