Câncer: O mistério dos micróbios que vivem em tumores
AS bactérias e fungos encontrados dentro e ao redor dos tumores podem ser cruciais para endender como o cancer se desenvolve e pode ser tradado
AS bactérias e fungos encontrados dentro e ao redor dos tumores podem ser cruciais para endender como o cancer se desenvolve e pode ser tradado
Bulas dos produtos já listam “pensamentos suicidas” como possível efeito colateral.
O termômetro das multinacionais aponta boas perspectivas de vendas no país em áreas como alimentação, tecnologia, suprimentos agrícolas e medicamentos. Elas celebram melhoras na inflação e no poder de compra da população, assim como a perspectiva de uma boa safra agrícola neste ano e de um aumento da demanda chinesa, que avança em seu processo de reabertura pós-Covid.
otimismo abrange segmentos variados, como maconha medicinal, turismo e relojoaria. Keith Strachan, presidente da MediPharm Labs, que comercializa medicamentos feitos de cannabis, exaltou contratos de vendas para dois parceiros farmacêuticos e disse que o mercado brasileiro é promissor para a empresa. Brian Chesky, CEO do Airbnb, e Efraim Grinberg, do Movado Group, classificaram o país como um dos mercados relevantes para o crescimento internacional das empresas.
Chamado Leqembi, o medicamento é indicado a pacientes em estágios iniciais da doença; mas há questões relevantes sobre sua segurança e o real benefício no dia a dia
Injetável, retatrutida diminui a fome e ajuda a queimar calorias; também melhora diabete ao estimular a produção de insulina
Três pacientes foram submetidos ao procedimento não invasivo com a utilização de vapor de água
Elevar produtividade seria saída, mas educação ruim atrapalha
Já as operadoras de planos de saúde ainda não entraram nessas regras, uma vez que elas foram enquadradas no setor de finanças
O Laboratório Osório de Moraes, indústria farmacêutica centenária, conhecido no país por produtos como Auris-Sedina e Pílulas Imescard, investe em nanotecnologia como parte da estratégia para revigorar o seu portfólio.
A companhia tem planos de investir aproximadamente R$ 300 milhões em cinco anos, e um dos resultados desses investimentos foi apresentado nesta sexta-feira (7) a dermatologistas e redes farmacêuticas em São Paulo. Trata-se de um produto para combater a queda de cabelos, desenvolvido durante mais de 20 anos na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O produto foi licenciado para o Osório de Moraes até 2031.
A fórmula possui ingredientes que aceleram o metabolismo folicular e usa nanotecnologia, o que torna a absorção do produto mais eficaz, segundo a companhia. O laboratório também diz que o tônico capilar não gera efeitos colaterais comuns em produtos similares, como a perda de libido.
A Osório de Moraes fechou o ano passado com um portfólio de nove produtos e possui atualmente 13 produtos. Entre as novidades, estão o tônico capilar, genéricos de propanolol e paracetamol. “Nós temos mais dois produtos que usam nanotecnologia para serem lançados nos próximos 18 a 24 meses. Esses produtos vão revolucionar o mercado de dermocosméticos”, disse Vargas, sem dar mais detalhes.
O Laboratórios Osório de Moraes foi fundado há 101 anos. A empresa, com sede em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, era gerida pela terceira geração da família do fundador Osório de Moraes e tinha 25 sócios cotistas. Em outubro de 2022, um grupo de investidores mineiros liderado pelo empresário Antônio Carlos Vargas, fundador da Pharlab Indústria Farmacêutica e ex-executivo do Laboratório Teuto Brasileiro, adquiriu 93% da empresa. O valor da aquisição foi mantido em sigilo pelas partes. Dos 25 sócios anteriores, ficou apenas um.
Desde a mudança, a empresa tem investido na aquisição de maquinário novo e na contratação de funcionários, que passaram de 58 para 74. A indústria deve atingir neste ano faturamento da ordem de R$ 50 milhões e tem como meta chegar a R$ 230 milhões em cinco anos.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) disse nesta sexta-feira (7) à reportagem que que não recebeu o pedido de registro do fármaco, comercializado com o nome Leqembi e desenvolvido pela Biogen