Moradores fogem da Cisjordânia no segundo dia de ataques de Israel na região
Pelo menos 10 palestinos foram mortos e cerca de 100 ficaram feridos desde que a operação da Israel começou na segunda-feira
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Um fantasma assombra a Europa. O fantasma de Donald Trump.
Enquanto as ações chinesas chegavam às alturas em janeiro após o fim da política de restrições rigorosas contra a covid-19, estrategistas do Goldman Sachs argumentaram que a alta de 46% em poucas semanas era apenas o início.
Medida é uma faca de dois gumes e pode simplesmente acelerar os esforços desses países para reduzir a dependência em relação à segunda maior economia do mundo.
Reunião, organizada on-line pelo primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, marcou a primeira aparição de Putin em um fórum multilateral desde que mercenários armados ameaçaram marchar sobre Moscou
Autoridades comerciais estão avaliando as consequências da mais nova escalada na batalha tecnológica entre EUA e China, depois que Pequim disse que imporá restrições às exportações de metais usados na fabricação de chips.
Empresas afetadas pela decisão chinesa corriam nesta terça-feira (04) para garantir suprimentos dos insumos, com alguns já antecipando o risco de a China vir a restringir também as exportações de terras raras.
O mesmo remédio pode custar até R$ 27,61 a mais em farmácias da cidade de São Paulo, segundo pesquisa do Procon-SP feita em sites de drogarias. No total, foram considerados 48 medicamentos, com os valores da versão de referência (de marca) e o genérico.
O levantamento com todos os preços e os nomes das drogarias pesquisadas pode ser consultado no site do Procon-SP.
Nos remédios de marca, a maior diferença em reais, de R$ 27,61, foi identificada no Amoxil, antibiótico da fabricante Glaxosmithkline conhecido popularmente como amoxicilina. Já na comparação entre os genéricos, a maior diferença em reais, de R$ 19,19, estava na atorvastatina cálcica, usada no controle de colesterol.
O Amoxil apresentou uma variação percentual de 87,18%: segundo a pesquisa do Procon, o consumidor encontra o produto numa faixa de preços de R$ 59,28 a R$ 31,67.
Remédios vão custar mais caro?
Não. Parte dos remédios está na previsão de alíquota reduzida (50%) e há ainda remédios, como os de tratamento contra o câncer, que estão na terceira opção: a alíquota zero.
“Esses medicamentos estão mudando o paradigma em termos de percentual de peso eliminado”, afirma o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador na Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, que acompanhou a apresentação dos dados. Ele se refere ao time formado ainda por semaglutida (ou Ozempic) e a tirzepatida.
Mas a retatrutida dá um passo além. De acordo com o médico, o diferencial da nova molécula é que ela age em três hormônios diferentes: GLP-1, GIP e glucagon. Na prática, significa que aumenta a saciedade, diminui a fome e ainda turbina o gasto metabólico basal – ou seja, ajuda na queima de calorias. Daí porque os resultados na perda de peso se mostram mais expressivos em comparação aos demais remédios que atuam contra a obesidade.
Outro desfecho importante visto nesse grupo foi uma melhora na esteatose hepática, a popular gordura no fígado, que pode ser pano de fundo para diversas complicações na saúde, como cirrose e até câncer. Em alguns casos, a redução nesses índices chegou a 82%.
Mas o especialista faz questão de ressaltar que, “embora os resultados sejam extraordinários, estamos falando de estudos de fase 2″. Isto é, a quantidade de participantes é considerada pequena. “Só na fase 3 teremos dados mais confiáveis sobre a segurança. De qualquer forma, podemos dizer que a retatrutida passou pelas primeiras barreiras nesse aspecto”, comenta. Até o momento, o efeito colateral mais importante foi a náusea – nada muito diferente daquilo registrado com o uso da semaglutida.
Cabe destacar que as pesquisas de fase 3 já estão em andamento.