Conheça o empresário que levou a Centroflora de fábrica rudimentar a líder nacional de insumos farmacêuticos naturais

Já o óleo da erva-baleeira fornece para o Aché, fabricante do Acheflan, case de sucesso da indústria fitoterápica. Victor Siaulys, ex-presidente do laboratório de Guarulhos, também incentivou Andersen a apostar em fitomedicamentos. “Este foi um visionário nacionalista. Siaulys sempre falou que o setor precisava empreender mais e valorizar a nossa cultura”, diz. Siaulys foi amigo de Andersen por décadas até falecer, em decorrência de uma leucemia, em 2009.

Fleury reporta lucro líquido de R$ 307,9 milhões em 2022, queda de 12% em relação a 2021

O Grupo Fleury registrou lucro líquido de R$ 307,9 milhões no ano completo de 2022, queda de 12% em relação aos R$ 349,9 milhões reportados em 2021. O resultado foi divulgado há pouco pela companhia, cujo balanço trimestral e anual está previstos para esta quinta-feira após o fechamento do mercado.

A receita bruta da companhia totalizou R$ 4,8 bilhões nos 12 meses de 2022, avanço de 15% em comparação com o faturamento de R$ 4,17 bilhões apresentado no ano anterior.

O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) recorrente cresceu 9% em base anual, para R$ 1,2 bilhão ao final de 2022. A margem Ebitda, por sua vez, caiu para 26,7%, contra 28,2% em 2021.

A companhia também informou que apresentou expansão orgânica de 18 unidades. Destas, 10 direcionadas a diagnósticos e oito se referem a “novos elos”, com quatro voltadas à ortopedia, três para oftalmologia e uma para infusões de medicamentos.

Abradilan premia melhores fornecedores da indústria

Ex-presidentes da Abradilan realizaram a entrega dos prêmios aos executivos dos laboratórios. A Hypera Pharma foi a grande vencedora ao arrebatar quatro dos cinco troféus, incluindo o de Fornecedor do Ano. Ganhou na categoria medicamentos de marca com a Hypera e, por meio da Neo Química, conquistou a chancela de melhor fabricante de genéricos, similares e produtos de consumo. Já a Farmax foi eleita a melhor fornecedora de produtos de consumo.

Governo Bolsonaro incinerou medicamentos de alto custo

O governo Jair Bolsonaro (PL) incinerou medicamentos usados no tratamento de doenças raras e de alto custo, avaliados ao todo em pelo menos R$ 13,5 milhões.

Há na relação de itens perdidos duas doses do Spinraza, cada uma comprada por R$ 160 mil pelo governo federal. Usada para pacientes com AME (atrofia muscular espinhal), a terapia é uma das mais caras do mundo.

Associações de pacientes dizem que o estoque perdido mostra má gestão do governo Bolsonaro. A falta do tratamento pode levar pacientes à morte, afirmam ainda as mesmas entidades.

Os dados sobre produtos do Ministério Saúde incinerados desde 2019, no começo da gestão Bolsonaro, foram obtidos pela Folha via Lei de Acesso à Informação. O mesmo material mostra que, até o começo deste ano, a pasta deixou vencer 39 milhões de vacinas contra a Covid-19.

Excluindo as vacinas contra a Covid, os dados compartilhados pela Saúde apontam que já foram descartados produtos avaliados em R$ 214,2 milhões desde 2019 (valor que inclui imunizantes contra outras doenças). Outros insumos, de mais R$ 38 milhões, ainda estão na fila da incineração.

Novo Nordisk suspended from UK industry group after rule violation

Novo Nordisk has been suspended from the Association of the British Pharmaceutical Industry for two years, after the prescription medicines watchdog found that the Danish company violated rules by sponsoring a “disguised” large-scale promotional campaign.

The UK industry group said the drugmaker was in breach of its code of practice and had acted in a way that was “likely to bring discredit on, or reduce confidence in, the pharmaceutical industry”.

The watchdog found the company failed to disclose its sponsorship of weight management training courses for healthcare professionals, which preferentially included positive information on its drug Saxenda.

Libbs terá de pagar R$ 1,2 milhão a filhos de Boechat

Os filhos de Boechat, Paula e Rafael, moveram um processo judicial contra a Libbs sob o argumento de que o laboratório não garantiu a segurança no deslocamento do jornalista. Detalhe: a empresa responsável pelo helicóptero não tinha autorização da Anac para realizar o transporte de passageiros.

Os advogados Antônio Pitombo e Cláudio Daólio assinaram a ação. “A queda do helicóptero foi causada por uma combinação de fatores: contratação de empresa e aeronave não autorizadas ao transporte de passageiros; falhas de manutenção do helicóptero; erros de avaliação por parte do condutor. Todos esses fatos somados foram causas determinantes da morte de Ricardo Boechat”, afirmaram à Justiça.

A Libbs alegou que não foi a responsável pelo transporte de Boechat e que a organização do evento ficou a cargo da empresa Zum Brasil. O juiz, porém, rejeitou a argumentação e entendeu que a farmacêutica tinha a obrigação de zelar pela escolha da melhor transportadora.

“A empresa é uma gigante da área farmacêutica nacional, e, portanto, tinha totais condições de acompanhar mais de perto o processo de contratação da transportadora”, declarou. A Libbs ainda pode recorrer da decisão.