Mercado já trabalha com inflação e juros mais altos
Debate sobre meta para IPCA gera estresse nas taxas de longo prazo
Debate sobre meta para IPCA gera estresse nas taxas de longo prazo
Itaú, Bradesco e Santander tiveram ganho de R$ 64,366 bi, afetado por conjuntura e Americanas
Para Jean-Christophe Caffe, economista-chefe da Coface, a guerra mudou a economia global de uma maneira permanente
China usou ‘balão espião’ em mais de 40 países, diz Washington; equipamento abatido estava equipado com antena capaz de interceptar comunicações
Companhias chinesas, iranianas e norte-coreanas teriam fornecido tecnologia militar aos russos
Os dois terremotos na Turquia nesta semana abalaram os mercados financeiros locais e geraram temores a respeito da frágil economia do país, que já passa por dificuldades com a alta inflação e a dependência do capital estrangeiro.
Governos ocidentais acreditam que Putin esteja planejando um grande ataque à Ucrânia, possivelmente já na próxima semana, antes do primeiro aniversário da invasão, em 24 de fevereiro
Para não ficar apenas no caso da Americanas, sobre o qual pouco sabemos cerca de um mês depois da revelação do rombo contábil, basta ver o relato dos processos recentes da CVM sobre “pagamentos indevidos” pela Gol e Hypera para entender que, quando o principal acionista manda fazer, a estrutura embaixo obedece e consegue esconder dos órgãos de controle.
Mas esse movimento da indústria rumo à Ásia não seria indolor. A estagnação econômica de antigas regiões industriais dos Estados Unidos e Europa daria lugar a crescentes polêmicas sobre os benefícios da globalização, que reverberariam em campanhas políticas e até no Brexit. A crise de fornecimento de medicamentos e outros insumos importados na China e o colapso da logística durante a pandemia dariam ainda mais munição para os críticos da globalização.
Uma revisão abrangente de seu portfólio para doenças infecciosas e vacinas provocará uma onda de demissões globais na Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson, segundo reportagem do Fierce Pharma.
Um memorando sobre as revisões do pipeline diz que a empresa continuará investindo em todas as áreas terapêuticas enquanto “desprioriza alguns programas”.
A empresa está encerrando o trabalho em suas terapias para hepatite B e D; e está descontinuando todos os esforços terapêuticos antibacterianos, bem como o trabalho na síndrome do desconforto respiratório agudo.
A farmacêutica também está encerrando o trabalho de suas vacinas contra a Covid-19 e HIV, sendo que a última, inclusive, falhou em um teste de fase 3