Bilionário Ray Dalio diz que EUA viraram “barril de pólvora” e teme “guerra civil”
Investidor afirmou que as crises no país — desde agentes federais matando pessoas até a disparada da dívida nacional — sinalizam fase violenta
Investidor afirmou que as crises no país — desde agentes federais matando pessoas até a disparada da dívida nacional — sinalizam fase violenta
Mercado aposta em economia “quente” até as midterms: ações renovam máximas, expectativas de inflação sobem e investidores ficam cautelosos com Treasuries longos e o dólar.
Curva de juros dos EUA empina apesar dos cortes do Fed, pressionada por enxurrada de Treasuries e pelo risco político de interferência nas decisões do banco central.
Levantamento mostra que a valorização do mercado de ações impulsionou o consumo dos 20% mais ricos da população, responsáveis por 59% de todos os gastos do consumidor. Com isso, queda de ações elevaria risco de recessão
Dalio alerta que uso do sistema financeiro como arma pode afastar investidores da dívida dos EUA e acelerar a busca por ativos fora do dólar
Mercados acionam o “sell America” e Wall Street debate se o plano de Trump para a Groenlândia ameaça a primazia dos EUA, com dólar em queda, ouro em recorde e Europa cogitando usar sua alavancagem financeira e regulatória.
Bessent minimiza risco de “Sell America” enquanto yields dos Treasuries disparam e Europa avalia usar US$ 8 tri em dívida dos EUA como alavanca na disputa pela Groenlândia.
“Diversificar para longe dos Estados Unidos é impossível”, disse Sergio Ermotti em entrevista à Bloomberg Television no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça
Deutsche Bank alerta que ameaça tarifária de Trump por Groenlândia expõe “calcanhar de Aquiles” dos EUA: dívida e déficits gêmeos.
Mesmo com déficits recordes e ataques ao Fed, Treasuries seguem em alta e “bond vigilantes” poupam os EUA.