As Magníficas Sete estão se separando. E é tudo culpa da IA
Diferenças em investimentos e resultados entre as empresas fazem investidores serem mais seletivos com as companhias do grupo
Diferenças em investimentos e resultados entre as empresas fazem investidores serem mais seletivos com as companhias do grupo
FMI alerta que uma correção no boom de IA pode derrubar o crescimento global e reforça a importância da independência dos bancos centrais.
Com bancos fortes e capex de chips em alta, relatório defende ampliar exposição a beneficiários de IA além de tecnologia — com destaque para financeiro e saúde — e mantém meta de 7.700 para o S&P 500 no fim do ano.
Inovações em energia “off-grid” e estruturas de financiamento via SPVs ajudam a acelerar data centres — mas podem inflar ainda mais a bolha de IA e elevar o risco de um choque de crédito.
Microsoft alerta que China avança na corrida global da IA com modelos open source subsidiados, ganhando terreno na África e em países onde produtos dos EUA são restritos.
Ray Dalio vê sinais iniciais de “bolha” no rali de ações de IA e diz que ouro e ativos fora dos EUA superaram Wall Street em 2025.
Goldman alerta que capex de IA pode desacelerar em 2026 e que lucro projetado das big techs pode não bastar para sustentar valuations do S&P 500.
Há preocupações com avaliações “insanas” e com a possível formação de uma bolha em partes do setor
Cada vez mais investidores começam a redistribuir recursos para o restante do S&P 500: “Chamo isso de ‘fadiga de IA’“, disse Ed Yardeni, presidente e estrategista-chefe de investimentos da Yardeni Research
Disparada dos investimentos no setor divide nomes influentes das finanças globais, que discordam sobre o risco de um estouro iminente