A exposição dos fundos hedge a hardware de tecnologia ligado à inteligência artificial atingiu em outubro o nível mais alto desde que o Goldman Sachs (GS.N), abre em nova aba, começou a acompanhar esses dados em 2016, disse o banco norte-americano em nota a clientes.
As compras de fundos hedge em ações de semicondutores e de empresas relacionadas à indústria de chips, consideradas sensíveis aos ciclos econômicos e de negócios, sugerem que os especuladores acreditam que a alta dos mercados ainda tem espaço para continuar, disse o Goldman na nota de quinta-feira, vista pela Reuters na sexta-feira.
Segundo o Goldman, as compras de ações por fundos hedge se concentraram em posições compradas (long), apostando na alta desses papéis, em empresas da Ásia e dos Estados Unidos.
Doug Peta, estrategista-chefe de investimentos nos Estados Unidos da BCA Research, disse em nota de pesquisa na terça-feira que as empresas posicionadas para se beneficiar de lucros ou investimentos potenciais em IA estão prosperando, enquanto aquelas sem vínculo com IA estão ficando para trás.
Os setores de serviços de comunicação .SPLRCL, abre em nova aba, tecnologia .SPLRCT, abre em nova aba, e utilidades públicas .SPLRCU, abre em nova aba, estão entre os sub-setores do S&P com melhor desempenho no ano até agora, superando amplamente o índice de referência S&P 500 .SPX, abre em nova aba.
Mas, para os fundos hedge, o fervor por ações de tecnologia mudou, disse o Goldman Sachs. Os especuladores reduziram suas operações em empresas de energia dos EUA, que também são consideradas parte do setor por trás dos servidores que alimentam a inteligência artificial, bem como sua pesquisa e desenvolvimento.
Os fundos também deixaram de ter um foco geral nas maiores empresas de tecnologia, as chamadas “Magnificent Seven”, afirmou a nota.
A mudança em direção aos semicondutores e seus equipamentos relacionados começou em setembro, disse o Goldman Sachs.
As compras em empresas de tecnologia da Ásia impulsionaram os fluxos líquidos para mercados emergentes, com exceção da China, onde o posicionamento atingiu “novas máximas de vários anos”, afirmou o banco.
Fonte: Reuters
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