RIO – O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) subiu 0,44% em março, após ter avançado 0,84% em fevereiro, informou nesta quinta-feira, 26, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com o resultado, o IPCA-15 registrou um aumento de 1,49% no acumulado do ano. Em 12 meses, a alta foi de 3,90%, ante taxa de 4,10% até fevereiro.
O índice ficou acima da mediana das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, de alta de 0,29%, e próximo ao teto, de avanço de 0,48%. O piso era de aumento de 0,24%.
O resultado foi influenciado, principalmente, pelos grupos de Alimentação e bebidas, com alta de 0,88% e impacto de 0,19 ponto porcentual (p.p.) no índice geral, e Despesas pessoais, que subiu 0,82% e exerceu influência de 0,09 p.p..
Entre os componentes do grupo Alimentação e bebidas, a alimentação no domicílio teve alta de 1,10% em março, após ter avançado 0,09% no mês anterior. A alimentação fora do domicílio subiu 0,35%, ante alta de 0,46% em fevereiro.

O Estadão/Broadcast calcula o impacto de cada grupo no IPCA-15 com base na variação mensal e no peso mensal disponíveis no Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra). O resultado pode ter divergências pontuais com o impacto divulgado pelo IBGE, que considera mais casas decimais do que as disponibilizadas publicamente na taxa de cada item.
Os gastos das famílias com Despesas Pessoais passaram de uma elevação de 0,20% em fevereiro para uma alta de 0,82% em março. As maiores pressões partiram dos subitens serviço bancário, com aumento de 2,12%, e empregado doméstico, com alta de 0,59%.
Os preços de Transportes subiram 0,21% em março, após alta de 1,72% em fevereiro. O grupo deu uma contribuição positiva de 0,04 ponto porcentual para o IPCA-15.
Os preços de combustíveis tiveram queda de 0,03% em março, após avanço de 1,38% no mês anterior. A gasolina caiu 0,08%, após ter registrado alta de 1,30% em fevereiro, enquanto o etanol recuou 0,61% nesta leitura, após alta de 2,51% na última.
Fonte: Estadão
