Há uma preocupação crescente de que o mercado de opções dos EUA enfrente risco sistêmico, apesar de um sexto ano consecutivo de recorde em termos de volume, com a maior parte da atividade de compensação (clearing) permanecendo concentrada em um punhado de grandes bancos, de acordo com um relatório da Bloomberg.
Todas as negociações passam pela Options Clearing Corp (OCC), onde os cinco maiores membros — incluindo Bank of America, Goldman Sachs e ABN Amro — forneceram quase metade do fundo de default [fundo mutualizado para cobrir inadimplência] no 2º trimestre de 2025. Com a maior parte do fluxo dos market makers encaminhada por meio dessas instituições, o mercado enfrenta vulnerabilidade elevada caso um grande agente de compensação (clearer) [instituição responsável pela liquidação/clearing] sofra estresse ou atinja limites de capacidade.
O crescimento recorde em derivativos está amplificando o problema. Os volumes médios diários da OCC saltaram 52% em outubro em comparação com o ano passado, empurrando alguns market makers em direção ao self-clearing [realizar a própria compensação], apesar de terem bases de capital mais enxutas.
A OCC está atualmente buscando aprovação para atualizar sua metodologia do fundo de default, a fim de refletir cenários de estresse mais extremos, incluindo choques de mercado ao estilo de 1987. O fundo, de aproximadamente US$ 20 bilhões, é alimentado pelos membros e projetado para cobrir defaults caso as duas maiores instituições quebrem ao mesmo tempo. Atualmente, 70% da alocação é baseada em membros enfrentando um movimento de mercado de 5%.
Fonte: HedgeWeek
Traduzido via ChatGPT
