Hedge funds reduziram de forma acentuada sua exposição a ações de consumo discricionário na semana passada, cortando posições em empresas de hotéis, restaurantes e lazer para níveis não vistos desde a pandemia de 2020, segundo reportagem da Reuters citando um comunicado do Goldman Sachs.
Os dados, vistos pela Reuters, revelaram que nomes de consumo discricionário foram o setor com maior venda líquida globalmente e nos EUA, à medida que os fundos desfizeram apostas long [posição comprada] e adicionaram shorts [venda a descoberto] em meio a preocupações crescentes com as perspectivas econômicas.
A mudança marca um declínio acentuado no otimismo quanto à resiliência do consumidor, com o Goldman observando que os hedge funds agora alcançaram sua menor alocação ao setor em cinco anos. O movimento seguiu-se a dados fracos de emprego nos EUA e a uma queda no sentimento do consumidor ligada à prolongada paralisação do governo.
Em contraste, os hedge funds aumentaram a exposição a ações de saúde pela oitava semana consecutiva, a mais longa sequência de compras em nove meses. O Goldman disse que o interesse renovado foi impulsionado por posições long em nomes defensivos [ações defensivas] e por hedge funds especializados focados em saúde.
Fonte: HedgeWeek
Traduzido via ChatGPT
