UE se divide em relação a pedido do promotor do TPI sobre prisão de líderes de Israel e Hamas
França expressou seu apoio ao TPI e à sua “luta contra a impunidade”, enquanto outros países, como a Itália, condenaram o pedido do procurador Karim Khan
França expressou seu apoio ao TPI e à sua “luta contra a impunidade”, enquanto outros países, como a Itália, condenaram o pedido do procurador Karim Khan
Morte do presidente iraniano em acidente de helicóptero e doença do rei saudita ocorrem em momento delicado
“Espero que a China enfrente a realidade da existência de Taiwan, respeite as escolhas do povo de Taiwan e, de boa fé, escolha o diálogo em vez do confronto”, disse Lai, após a posse
Medida alcança executivos sêniores das empresas, que estão proibidos de entrar na China; companhias são acusadas de terem vendido armas para Taiwan
A Eurofama divulgou suas novas embalagens para as linhas de prescrição médica, genéricos, oncologia e hospitalar. O grande foco será a experiência dos profissionais e pacientes, reforçando a acessibilidade e a informação.
Agora, as embalagens passam a contar com um QR Code que direciona para o site da indústria, onde será possível obter mais conteúdos sobre os produtos e descarte correto dos medicamentos.
“Com a linha de embalagens reformulada, levamos aos consumidores, pacientes e profissionais de saúde uma nova experiência com a marca Eurofarma”, afirma a CEO a nível nacional, Renata Campos.
A FDA (agência americana que regulamenta drogas e alimentos) concedeu na quinta-feira (16) a aprovação acelerada à droga tarlatamabe, da farmacêutica Amgen, uma imunoterapia direcionada para adultos em estágios avançados de câncer de pulmão de pequenas células.
A terapia é indicada para casos difíceis de tratar ou que tiveram piora, mesmo com o tratamento quimioterápico.
O medicamento, comercializado sob o nome de Imdelltra, faz parte da linha de anticorpos biespecíficos da Amgen projetados para se ligar a uma célula cancerosa e a uma célula imune, aproximando-as para que o sistema imunológico do corpo possa matar o câncer.
No caso da gripe por influenza, o governo gaúcho anunciou que pretende vacinar até segunda (20) toda a população em abrigos que ainda não foi imunizada neste ano.
Já para o VSR, há um medicamento indicado para a prevenção do vírus em bebês que está aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde outubro de 2023, mas que ainda não está disponível no mercado.
Trata-se do Beyfortus (nirsevimabe), da Sanofi, um anticorpo monoclonal, ou seja, uma proteína produzida em laboratório que imita a capacidade do sistema imunológico de combater o vírus.
Atualmente, o SUS já oferece o palivizumabe, da Astrazeneca, indicado somente para quadros graves de infecções respiratórias, com alto risco de hospitalização. Uma revisão da Sociedade Brasileira de Pediatria concluiu que o nirsevimab é mais eficaz na imunoprofilaxia (processos de prevenção) contra o VSR.
No mês passado, a Anvisa também aprovou o registro da vacina Abrysvo, da Pfizer, destinada a grávidas no segundo ou terceiro semestre de gestação para proteção do recém-nascido. No entanto, a vacina também não está no mercado brasileiro.
Há uma outra vacina aprovada no país contra o VSR, da GlaxoSmithKline, mas só para prevenir a doença respiratória em pessoas acima de 60 anos.
Em mensagem encaminhada às farmacêuticas Sanofi e Pfizer, Mariana González de Oliveira, professora de medicina neonatal da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e Lucia Pellanda, reitora da universidade, solicitam a doação urgente da vacina e do imunobiológico para serem ofertados aos abrigados pelas enchentes.
Lei que regulamentou medicamentos completa 25 anos; setor afirma que gargalos e demora em aprovação ainda são entrave
O extrato de canabidiol (CBD) já pode ser solicitado de forma gratuita em farmácias do SUS (Sistema Único de Saúde) em São Paulo.
O governo do estado publicou nesta quarta-feira (8) o protocolo clínico e as diretrizes terapêuticas para a prescrição do medicamento, feito a partir da Cannabis sativae, além dos critérios para sua indicação na rede pública de saúde.
O medicamento é destinado a pacientes de síndrome de Dravet, síndrome de Lennox-Gasteau e complexo da esclerose tuberosa, que enfrentem graves crises epiléticas e resistência às terapias convencionais.
A farmacêutica que fornecerá o canabidiol ao sistema público paulista é a Ease Labs Pharma, empresa sediada em Belo Horizonte (MG) que venceu licitação do governo estadual.
Cada frasco de 30 ml do óleo vai custar aproximadamente R$ 135 ao poder público –nas farmácias, o mesmo remédio chega a custar R$ 1.000.
Com preço mais acessível, segurança e eficiência comprovadas, medicamentos genéricos já representam 38%² das vendas em unidades no país