Bolsa ‘empaca’ com frustração de gatilhos de alta
Ajustes na política monetária e revisão da meta fiscal revertem otimismo, mas analistas ainda enxergam alguns catalisadores positivos adiante
Ajustes na política monetária e revisão da meta fiscal revertem otimismo, mas analistas ainda enxergam alguns catalisadores positivos adiante
Estudo publicado na quinta (23) no Journal of Medicinal Chemistry descreve o desenvolvimento de uma molécula inédita capaz de inibir a proteína VRK1, envolvida na manutenção da integridade do DNA e na proliferação celular de certos cânceres, entre eles mama, próstata, ovário, intestinos e gliomas (no cérebro).
Essa nova molécula serve como uma ferramenta para investigar efeitos celulares e sistêmicos da inibição da VRK1 tanto em células saudáveis quanto tumorais. Além disso, o estudo consolida a VRK1 como um potencial alvo terapêutico para diversos tipos de câncer e abre o horizonte para o desenvolvimento de novos tratamentos.
Eli Lilly is investing a further $5.3bn in a new Indiana manufacturing site, one of the biggest investments of its kind, to boost production of its hugely popular diabetes and weight loss drugs, the company said on Friday.
The announcement brings the US drugmaker’s total investment in the site, which is under construction near its Indianapolis headquarters, to $9bn as it races to increase production of the active pharmaceutical ingredients (APIs) behind Mounjaro and Zepbound. The company’s diabetes and weight loss injector pens are currently facing shortages due to soaring demand.
Western pharmaceutical companies and investors are driving a record number of licensing deals with Chinese drugmakers that have insufficient capital to fund late-stage drug development and global expansion.
Merck, GSK and AstraZeneca have all signed licensing deals in a wave of biotech investment that hit a record $44.1bn last year, according to UBS research. The momentum has been sustained in 2024, with $9.8bn worth of biotech licensing deals signed in the first quarter.
Western pharma companies are seeking to expand their product pipelines as they confront patent expiries of lucrative drugs in the coming years, while Chinese drugmakers are struggling to raise funds domestically for drug development and clinical trials during a stock market slump. A Hong Kong-listed index of 50 “innovative” biotech stocks has fallen 57 per cent over the past three years.
“Over a decade ago, China started pouring investment into biotech. Now the results of that investment are coming out just as the Chinese companies face funding constraints,” said Helen Chen, head of LEK Consulting’s healthcare practice in Shanghai.
O Grupo Votorantim, com receita consolidada de mais de R$ 48 bilhões no ano passado, está em constante reinvenção. Iniciou as atividades em 1918, com uma fábrica de tecidos em Sorocaba, interior de São Paulo. Entre a fundação e a década de 1950, passou a atuar na indústria química, de cimento, de aços longos e de alumínio. Nas quatro décadas seguintes, a Votorantim entrou nos setores de energia, zinco, papel e celulose, suco de laranja e financeiro. A partir dos anos 2000, partiu para a internacionalização, com a aquisições na América do Norte e Europa.
O período de 2015 a 2022 foi marcado pela evolução da governança e do posicionamento do grupo. “Tivemos novos movimentos, como a abertura de capital da Nexa [mineração e metalurgia], da CBA [alumínio] e da Auren [energia], bem como importantes parcerias com o CPP Investiments, em energia renovável, e a CDPQ, em cimentos, na América do Norte”, lembra João Schmidt, diretor-presidente do Votorantim.
Schmidt conta que a diversificação não parou por aí. Entre 2021 e 2022, houve a entrada em novas áreas, com a Altre (mercado imobiliário), CCR (infraestrutura), 23S Capital (private equity, em parceria com o Temasek), Hypera (farmacêutica) e Reservas Votorantim (gestão ambiental).
Farmacêuticas terão de informar, por exemplo, que no processo de patente de um novo medicamento, a fórmula foi elaborada a partir de substância extraída da planta de determinado bioma, como o amazônico
As conversas para se chegar a um acordo global de ação unificada em casos de crises sanitárias como foi a da covid-19 começaram oficialmente em dezembro de 2021, em meio à pandemia do coronavírus. Porém, ele já era pensado e defendido por chefes de Estados desde o ano anterior.
A ideia era traçar diretrizes para garantir uma resposta rápida, eficaz e igualitária entre os países em futuras pandemias. Porém, com o fim da crise da covid-19, as conversas arrefeceram.
A história de marcas longevas revela lições de como um negócio pode preservar seu legado e, ao mesmo tempo, inovar
Renato Arroyo e Heraldo Marchezini discutem aprovação da ANVISA e capacidade de produção de 40 milhões de frascos por ano na planta de Nova Lima
Os não medicamentos ganham cada vez mais relevância entre os produtos que mais crescem nas farmácias. Segundo estudo da IQVIA, dos 30 itens cujo faturamento registrou o maior avanço nos 12 meses até março, 15 pertencem a essa categoria. O ranking revela ainda uma surpresa na liderança.
Apesar de o Ozempic, medicamento à base de semaglutida da Novo Nordisk, ter sido o campeão de faturamento em 2023, ele não lidera a relação quando o assunto é crescimento.
O remédio ocupa apenas a terceira colocação, com avanço de R$ 272 milhões no período. À sua frente estão o Forxiga, comprimido da AstraZeneca contra o diabetes; e o Carmed, hidratante labial da Cimed.