Saiba como proteger as crianças contra doenças respiratórias no outono e no inverno

Destacam-se o VSR (vírus sincicial respiratório), o influenza, parainfluenza, bocavírus humano, vírus metapneumônico, adenovírus e o rinovírus.
Nas últimas quatro semanas, ele foi responsável por 48,6% dos casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) com resultado laboratorial positivo para os pequenos. No mesmo período, a Covid-19 predominou em adultos.

“Embora para o VSR ainda não tenhamos vacina disponível, levar às crianças para tomar as vacinas contra a gripe e a Covid-19 reduz a chance de problemas respiratórios por esses outros vírus que também são perigosos. Isso diminui a própria exposição das nossas crianças ao sincicial nos hospitais e postos de saúde”, ressaltou o pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe.

De câncer a gripe, as doenças na mira de novas vacinas de mRNA após Covid

Existem certas ideias que, apesar de promissoras, ficam empacadas e demoram para virar realidade. De certa maneira, as vacinas de mRNA se encaixam nesse conceito: são estudadas há décadas, mas só fizeram uma “estreia oficial” durante a pandemia de Covid-19, quando as farmacêuticas Pfizer/BioNTech e Moderna lançaram os primeiros imunizantes baseados nessa tecnologia.

Como você vai entender ao longo deste artigo, essa plataforma que ajudou a conter as ondas de casos, hospitalizações e mortes relacionadas ao coronavírus foi inicialmente pensada como um tratamento contra o câncer há várias décadas.

E agora, graças à alta efetividade das vacinas recentes, o mRNA vive uma “era de ouro” e é testado como possível opção terapêutica contra as mais variadas doenças —dos tumores à gripe; do colesterol alto ao lúpus.