Petróleo avança com movimento de correção em meio aos temores de excesso de oferta
Investidores corrigem eventuais exageros cometidos durante a semana, em meio aos temores de um excesso de oferta
Investidores corrigem eventuais exageros cometidos durante a semana, em meio aos temores de um excesso de oferta
Grupo, que inclui a Rússia, está tentando equilibrar sua necessidade de conquistar mercados com o surgimento de sinais de excesso de produção
Moedas mais sensíveis aos preços do óleo bruto, como o real, tiveram destaque na sessão; dólar à vista fechou com queda de 0,20%, cotado a R$ 5,3860
Petróleo salta com sanções à Rússia: WTI a US$ 62 e Brent a US$ 66
Mais de 1 bilhão de barris foram acumulados na frota mundial de petroleiros, segundo a consultoria Vortexa; superoferta ajuda a manter os preços de combustíveis controlados, mas pressionam petrolíferas e países exportadores
Brent e WTI recuam ~2% enquanto OMC alerta que desacoplamento pode cortar 7% do PIB global; EUA cogitam tarifas “massivas” à Índia por compras de óleo russo e número de sondas volta a subir.
Aumento da produção pela Opep+ e consequente queda nos preços devem levar à ampliação dos estoques; e isso pode gerar uma mudança na curva de preços, com uma situação em que os preços atuais caem abaixo dos preços futuros
Anúncio foi feito após Arábia Saudita e Rússia superarem divergências
Petróleo avança com tensões geopolíticas, mas perde fôlego diante da reversão da OPEP+ e temores de impacto econômico das tarifas de Trump
Hedge funds derrubam posições em petróleo ao menor nível desde 2008 diante de alívio nas sanções e risco de excesso de oferta