Ouro ultrapassa US$ 4,6 mil e renova máxima histórica após intimação contra Powell
Aversão a ativos americanos dão suporte ao bom momento do metal precioso na sessão de hoje
Aversão a ativos americanos dão suporte ao bom momento do metal precioso na sessão de hoje
Veja por que o ouro disparou em 2025 e qual o papel do metal na carteira do investidor
A compra recente alinha o Banco Central do Brasil a outros pelo mundo na busca por reduzir a exposição a títulos da dívida americana, explicam economistas
J.P. Morgan projeta ouro a US$ 5.055/oz no 4T26 e vê demanda forte de bancos centrais e investidores sustentando alta, com cenário de US$ 6.000/oz no longo prazo.
Metal caminha para seu melhor desempenho anual desde 1979, impulsionados por forte demanda de bancos centrais e fluxos dos fundos de índice
Entre os fundamentos da onda de alta estão as tensões geopolíticas, as persistentes pressões inflacionárias, a incerteza em torno da política comercial global e as compras firme dos bancos centrais para aumentar suas reservas de valor
Comentários dovish dos formuladores de políticas nesta semana aumentaram as esperanças de flexibilização monetária
Metal reduziu perdas na semana passada após o presidente do Fed de Nova York dizer que há espaço para novos ajustes no curto prazo devido aos riscos da fragilidade do mercado de trabalho
Rali “escaldante” do ouro expõe força de dinheiro especulativo: alta de 55% no ano parece guiada por hedge funds e ETFs, enquanto temor de desvalorização do dólar carece de evidências.
Dados privados do mercado de trabalho têm mostrado enfraquecimento, apoiando outro corte de 0,25 ponto percentual na taxa de juros pelo Federal Reserve (Fed) em dezembro