UBS Insights | As ações dos EUA têm espaço para continuar subindo
Expectativas para o S&P 500 indicam um novo ciclo de alta até 2026, impulsionado por lucros robustos e políticas monetárias mais brandas.
Expectativas para o S&P 500 indicam um novo ciclo de alta até 2026, impulsionado por lucros robustos e políticas monetárias mais brandas.
Prata renova máxima nominal em Nova York, com alta perto de 100% no ano, impulsionada por demanda industrial e de investimento, expectativa de corte de juros pelo Fed e aperto de oferta agravado por realocação de estoques e tarifas dos EUA.
Além do voto dissidente de três diretores, projeções e documentos mostram uma postura divergente entre membros do banco central americano; fissuras podem antecipar o que está por vir em 2026 com troca da presidência do Fed
Investidores estão usando uma tática que consiste em comprar ações de uma empresa após o anúncio de um acordo e, em seguida, contestar os termos na justiça
Banco central japonês se reúne no fim da próxima semana e deve elevar a taxa de depósito em 0,25 p.p.
Parte da alta se deu acompanhando valorização de diversos setores da bolsa, enquanto outra foi impulsionada pelo cenário macroeconômico do país, segundo especialistas
Casa Branca diz que tomada do petroleiro Skipper na costa da Venezuela está amparado por mandado Departamento de Justiça
Ao assumir o império de US$ 1 trilhão de Warren Buffett, Greg Abel promove a maior guinada na cúpula da Berkshire em décadas, sob pressão por dividendos, sucessão na gestão de ações e preservação da cultura do “Oráculo de Omaha”.
Mesmo com demanda interna fraca e deflação, China reforça status de “chão de fábrica do mundo” e leva superávit comercial global a US$ 1 trilhão, reacendendo tensões com EUA, Europa e emergentes.
S&P 500 encosta na máxima histórica após terceiro corte seguido de juros pelo Fed, que projeta cenário de inflação em queda e abre espaço para mais risco em ações, commodities e renda diversificada em 2026.