O dispositivo usa estimulação elétrica muscular (EMS), e promete limpar as vias respiratórias com apenas 15 minutos de uso por dia
Por Soraia Alves
22/01/2024 13h45 Atualizado há 21 horas
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_e536e40f1baf4c1a8bf1ed12d20577fd/internal_photos/bs/2024/A/4/xdJqY6ReOHSYPLCAUKuQ/nasocalm-nasal-passage-ems-massager-2-1705655231.jpeg)
Para os adeptos dos descongestionantes nasais, o NasoCalm promete ser uma revolução. O dispositivo é o primeiro massageador de estimulação elétrica muscular (EMS) do mundo, projetado especificamente para combater a congestão nasal.
Visualmente, o dispositivo parece uma máscara facial, mas dimensionada para o nariz, e promete limpar as vias respiratórias com apenas 15 minutos de uso por dia.
Segundo o DesignTaxi, o massageador funciona utilizando tecnologia EMS, que envia sinais elétricos através de eletrodos colocados na pele para atingir grupos musculares específicos – e muitas vezes de difícil acesso. Esses impulsos atingem os pontos centrais de acupressão destinados a melhorar a circulação no nariz e promover contrações musculares, proporcionando o alívio da congestão nasal.
De acordo com a startup proprietária do projeto, o NasoCalm foi desenvolvido para imitar a sensação de uma massagem feita com as mãos, apresentando seis pontos de contato. Os usuários também têm a opção de aprimorar sua experiência adicionando óleos de massagem de sua escolha, o que agrega “uma sensação de spa” à experiência, diz a empresa.
O aparelho é feito em silicone adequado para a pele, garantindo conforto durante o uso. Além de leve e macio, o material também é bem fácil de limpar.
O massageador também foi cuidadosamente projetado para se adaptar a todos os formatos de rosto e nariz. Uma faixa ajustável presa à cabeça permite encaixar o dispositivo de forma personalizada.
Apesar de precisar de apenas 15 minutos para uma sessão, a bateria de 100mAh do NasoCalm oferece aproximadamente 3,5 horas de uso contínuo.
Atualmente no modo Kickstarter, o massageador já foi totalmente financiado, e deve chegar ao mercado em breve.
Fonte: Epoca Negócios
