Com R$ 1 bi investidos em pesquisas nos últimos quatro anos, a farmacêutica constrói no Brasil um legado histórico no tratamento de doenças graves
Por Novartis
A suíça Novartis, uma das maiores farmacêuticas do mundo, acaba de completar 90 anos de Brasil e um legado histórico. Só nos últimos quatro anos ela investiu R$ 1 bilhão em pesquisa e se prepara para reimaginar a medicina para melhorar e prolongar a vida das pessoas por meio de medicamentos inovadores.
Com mais de 200 anos de história no mundo, a Novartis concentra recursos em pesquisa e desenvolvimento na ordem de US$ 9,1 bilhões, com mais de 200 projetos em desenvolvimento clínico. Só no Brasil, são 80 estudos clínicos e 20 mil profissionais de saúde envolvidos nesse processo de 2019 para cá. Cifras impressionantes que condizem com o propósito da empresa em ser referência em saúde.
A Novartis trabalha focada em cinco classes terapêuticas: cardiovascular, neurologia, imunologia, oncologia e hematologia, além de três plataformas tecnológicas, terapias celular, gênica e radioligante. Todo o processo é baseado em constantes estudos clínicos, buscando novas formas que garantam o acesso aos medicamentos para quem mais precisa deles.
Um exemplo é o modelo inovador de compartilhamento de risco com o tratamento para atrofia muscular espinhal (AME) desenvolvido no Brasil. Esse compartilhamento constitui-se em um convênio com o Ministério da Saúde, prevendo um pagamento em parcelas atreladas à performance do medicamento e ao atingimento de marcos motores pelos pacientes. Foi a primeira terapia gênica aprovada no Brasil e a primeira a ser incorporada ao SUS. Mais do que isso, é o primeiro acordo de compartilhamento de risco firmado entre o SUS e uma farmacêutica, abrindo uma nova rota de acesso à inovação no Brasil.
Mesmo focada com os novos tempos, a Novartis não abre mão do seu compromisso em oferecer tratamento de qualidade a doenças ainda negligenciadas. Além dos atendimentos, a iniciativa ainda leva informação por onde passa, com materiais e intervenções educativos. A carreta já passou por mais de 600 municípios em 18 estados e realizou mais de cem mil consultas gratuitas. “Nós temos uma oportunidade única de fazer a diferença para milhões de pessoas, enfrentando os maiores desafios que os sistemas de saúde encontram em todo o mundo: os de sustentabilidade. Para isso, precisamos acelerar a jornada do paciente dentro do sistema por meio de detecção e diagnóstico precoce e acesso a tratamentos inovadores. Sabemos que essa é uma luta coletiva e buscamos colaborar com diversos atores do ecossistema de saúde para reimaginarmos a medicina juntos”, declarou Renato Carvalho, presidente da farmacêutica no Brasil.
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Reimaginando a Medicina
O trabalho dos pesquisadores tem como ponto de partida entender o mecanismo de ação de diferentes doenças e investigar formas diversas de atuação, impedindo, dessa forma, seu avanço ou mesmo buscando a reversão e cura dos pacientes. Dentro desse objetivo macro, o estudo da genética tem se mostrado bastante promissor.
A terapia gênica consiste na introdução de material genético em células para fins terapêuticos.Pode-se atuar de diversas formas como adição, modificação ou a deleção de um gene, substituição de alelos defeituosos ou produção de proteínas funcionais. Em resumo, é possível alterar os genes dos pacientes trazendo possibilidade de tratamento para algumas doenças sem outras alternativas ou propiciando tratamentos com dose única.
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“Foi isso o que fizemos com a primeira terapia gênica incorporada no sistema público de saúde brasileiro, um tratamento em dose única para a atrofia muscular espinhal (AME) que mostra melhoria da qualidade de vida, impactando também toda a família”, declarou Lenio Alvarenga, diretor médico da Novartis.
Entre os projetos recentes, a farmacêutica foca em estudos de terapias de radioligantes, com potencial para combater inúmeros tipos de tumores.
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Fonte: Valor Econômico