De acordo com fontes anônimas citadas pela publicação, o fundo com foco macro sediado em Londres — que atualmente administra mais de US$ 22 bilhões — está se preparando para devolver o capital excedente a seus clientes ainda este ano. A medida, com início previsto para novembro, marcará a primeira devolução de recursos desde a fundação da gestora.
A devolução será feita de forma amplamente proporcional (pro rata), com o valor final condicionado à performance do fundo no ano. A Rokos registrou um ganho de 12,3% no primeiro semestre de 2025, superando seus pares no segmento macro discricionário, cuja média de retorno foi de 5,9% no mesmo período, segundo dados da Bloomberg.
A decisão reflete medidas semelhantes adotadas por outros gigantes do setor, como Point72, DE Shaw, Citadel e Element Capital, que devolveram coletivamente dezenas de bilhões de dólares nos últimos anos. Apenas a Citadel devolveu US$ 25 bilhões a investidores desde 2017, enquanto outros gestores de elite vêm restringindo novas captações para proteger o alfa e manter agilidade em mercados voláteis.
Rokos — ex-cofundador da Brevan Howard — segue essa tendência, à medida que o excesso de ativos se torna cada vez mais um entrave à performance na indústria de hedge funds, que hoje soma US$ 4,7 trilhões. Restrições de talento e capacidade limitada em determinadas estratégias macro estão levando as gestoras de primeira linha a se tornarem mais seletivas tanto na alocação de capital quanto na escolha de seus investidores.
Fonte: HedgeWeek
Traduzido via ChatGPT