Os hedge funds apresentaram retornos médios de 1.3% em setembro, com gestores na Europa, Ásia e Oriente Médio geralmente superando seus pares norte-americanos, de acordo com uma reportagem da Reuters citando uma nota a clientes do JPMorgan.
As ações globais subiram 3.4% no mês, enquanto os títulos soberanos de mercados desenvolvidos avançaram 0.7%. O posicionamento em ações dos EUA foi descrito como “algo otimista”, com concentração (“crowding”) nas chamadas ações de tecnologia “Magnificent Seven” — incluindo Apple, Amazon e Nvidia — permanecendo próxima de níveis recordes.
Os stock-pickers europeus se inclinaram para o campo positivo, mas os fundos multi-stratégia e quantitativos (“quant”) na região adotaram posturas mais defensivas. Na Ásia, apesar da alta das ações, os hedge funds estiveram mais inclinados a fazer short [posição vendida] do que a ir long [posição comprada].
Os destaques de performance incluíram a Bridgewater Associates, de Ray Dalio, cujo fundo Pure Alpha de $92.1bn ganhou 6% em setembro, levando os retornos no ano até a data para 26.2%. Outras estratégias da Bridgewater também impressionaram, com o Asia Total Return em alta de 32.5% no acumulado do ano.
O fundo carro-chefe Eureka Fund, da Marshall Wace, avançou 1.32% em setembro, elevando os ganhos no ano para 8.04%, enquanto seu Market Neutral Tops adicionou 0.45%, levando os ganhos de 2025 para 13.66%. Estratégias sistemáticas de ações, de forma mais ampla, retornaram mais de 13% no ano até a data, segundo o Goldman Sachs.
As gestoras multi-stratégia ficaram, em geral, estáveis, embora a Balyasny Asset Management tenha se destacado com um ganho de 1.3% em setembro, estendendo sua performance de 2025 para 10%.
Os resultados mais recentes reforçam um cenário divergente entre estratégias de hedge funds, com os pesos-pesados de macro e os gestores sistemáticos de ações liderando os ganhos, enquanto as plataformas multi-stratégia permanecem mais contidas.
Fonte: HedgeWeek
Traduzido via ChatGPT


