Entre as empresas que se engajaram, segundo a contabilidade informal feita por um membro do governo, estão Aché, Biolab, Blau, Boehreinger, Cazi Cellera, Cimed, Cristália, EMS, Eurofarma, Farmoquimica, Hospital Universitário da USP, Hospital Sírio-Libanês, Hypera, J&J, JSL, Libbs, Natulab, Novo Nordisk, Rioclarense Distribuidora e UniHealth
Por Ricardo Mendonça, Valor — São Paulo
23/02/2023 17h11 Atualizado há 3 dias
Integrantes do governo federal se supreenderam com o grau de engajamento e a pronta-resposta de empresários — principalmente do setor farmacêutico — aos apelos de socorro à população atingida pela tragédia das chuvas no litoral norte de São Paulo.
Com trocas rápidas de telefonema e criação de um grupo de WhatsApp com membros das três esferas de governo e representantes das companhias que iam aderindo, foi possível arrecadar alimentos, água mineral, medicamentos, diversos outros itens de uso hospitalar (de alimentação específica a roupa de cama), transporte aéreo e terrestre, além de doações em dinheiro.
“A resposta foi tão rápida, que tivemos que pedir para o pessoal dar uma freada para evitar redundância de materiais”, disse um representante do governo envolvido na mobilização que pediu para não ter o nome identificado.
Para agilizar o socorro, uma das farmacêuticas se comprometeu a reembolsar as farmácias locais que entregassem itens de sua fabricação.
Entre as empresas que se engajaram, segundo a contabilidade informal feita por um membro do governo, estão Aché, Biolab, Blau, Boehreinger, Cazi Cellera, Cimed, Cristália, EMS, Eurofarma, Farmoquimica, Hospital Universitário da USP, Hospital Sírio-Libanês, Hypera, J&J, JSL, Libbs, Natulab, Novo Nordisk, Rioclarense Distribuidora e UniHealth.
Ontem, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou que havia contabilizado mais de R$ 1,3 milhão em doações diretas da entidade e de bancos associados para auxiliar no socorro aos moradores.
No início da semana, o governo informou que a Receita Faderal, por determinação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, havia destinado mais de 60 toneladas de mercadorias apreendidas aos municípios afetados. Itens como calçados, roupas, artigos de higiene pessoal, materiais de limpeza e itens de cama, mesa e banho, entre outros.
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Deslizamento em São Sebastião — Foto: Maria Isabel Oliveira/ Agência O Globo
Fonte: Valor Econômico