Por Rodrigo Castro
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Depois de deixar o Ministério da Saúde, Nísia Trindade recebeu ao menos duas propostas da iniciativa privada.
Uma delas, para ser conselheira científica da EMS, maior empresa farmacêutica do Brasil. E a outra, para prestar consultoria externa à Biomm, especializada em medicamentos biológicos.
Em março, menos de duas semanas após ser demitida por Lula, Nísia consultou a Comissão de Ética Pública da Presidência (CEP) se haveria conflito de interesses caso aceitasse as propostas. Informou, por exemplo, ter tido reuniões com as farmacêuticas.
Conselheira-relatora, a advogada Carol Proner apontou “evidente risco de que as informações obtidas no cargo público sejam utilizadas” e opinou pela quarentena remunerada de seis meses. O colegiado da CEP endossou.
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A comissão, porém, deu sinal verde neste mês para Nísia ser membro independente do Conselho de Administração da BRQ Soluções em Informática, por indicação do BNDESPar.
Fonte: O Globo