Balança comercial fecha ano em queda e cenário para 2025 é de incerteza
Mesmo com retração de 24,6%, 2024 tem 2º melhor desempenho da série histórica; câmbio e disputa entre EUA e China trazem dúvidas
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Em 2026, a patente sobre a semaglutida chega ao fim, permitindo que laboratórios comercializem medicamentos genéricos ou similares. A indústria brasileira, assim como a de outros países onde a exclusividade também está perto de terminar, já se movimenta para introduzir versões mais baratas do remédio no mercado – que podem estar disponíveis já daqui a dois anos e, se seguir a tendência de outros remédios no Brasil, a preços de 15% a 60% inferiores.
Os laboratórios da China e da Índia, no entanto, já estão mais avançados no desenvolvimento e validação dessas moléculas em estudos. No início de abril, a chinesa Hangzhou Jiuyuan Gene Engineering submeteu às autoridades o primeiro pedido pedido de aprovação de um similar da semaglutida no país.
Já na Índia, empresas como Dr. Reddy’s, Cipla e Biocon também desenvolvem versões próprias da molécula. Em março, a Biocon recebeu o sinal verde no Reino Unido para seu genérico da liraglutida,uma substância semelhante à do Ozempic, porém mais antiga e menos eficaz. Há algumas semanas, a empresa anunciou um acordo com a brasileira Biomm para, a partir de 2026, comercializar sua versão similar da semalgutida no país.
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Aplicação da ferramenta na orientação dos investimentos tem sido acompanhada por uma curadoria de profissionais especializados
Já a Eurofarma destaca que está em processo de desalavancagem, “após investimentos elevados feitos nos últimos anos em aquisições internacionais, pesquisa e desenvolvimento, aumento da força de vendas de prescrição médica e construção da nova fábrica em Montes Claros para aumento de capacidade”.
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