‘Eu senti desconforto e medo ao assumir a cadeira de CEO’

Convidada do podcast esta semana, Giovana Pacini, da Merz Aesthetics, fala sobre a síndrome de impostora e outros desafios.
Foi dentro de casa que o interesse pelo setor farmacêutico surgiu para Giovana Pacini. Filha de um executivo da área, ela acompanhava a vida profissional do pai com admiração. “Eu cresci escutando o meu pai falar das experiências dele no trabalho, e achava lindo porque ele viajava muito”, comenta a CEO da Merz Aesthetics. “Ao mesmo tempo, ele sempre foi muito presente na nossa família”, recorda.

A referência paterna foi seguida por Pacini. Formada em administração pela PUC e com MBA em marketing pela ESPM, ela acumulou mais de 20 anos de experiências em companhias como Eurofarma, Cristália e Neo Química, até migrar para a Galderma. Lá, passou cinco anos até ir para a Merz Aesthetics, empresa global de medicina estética, como diretora de marketing do Brasil. Logo assumiu a diretoria para a América Latina e, em janeiro de 2020, se tornou country manager da empresa no Brasil.

Consumo e serviço reduzem investimento mesmo com aumento de receita e lucro

Cenário incerto, juros altos e preservar caixa para reduzir endividamento explicam decisão.

Os dados de investimento do levantamento referem-se ao valor do “capex” (sigla em inglês de “capital expenditure”, ou despesas de capital), que soma gastos em equipamentos, prédios, lojas, marcas, tecnologia, entre outros, que gerem produtividade e lucro maior.

Foram considerados 23 balanços de empresas de saúde (FleuryCotação de Fleury, Rede D’Or, HapvidaCotação de Hapvida), educação (CognaCotação de Cogna, Yduqs) varejo (AssaíCotação de Assaí, AzzasCotação de Azzas, CarrefourCotação de Carrefour, GPA, Magazine Luiza, RennerCotação de Renner, RDCotação de RD, PetzCotação de Petz, VivaraCotação de Vivara), indústrias de consumo (Alpargatas, AmbevCotação de Ambev, NaturaCotação de Natura, BRFCotação de BRF, JBSCotação de JBS, HyperaCotação de Hypera) e construção civil (CyrelaCotação de Cyrela, Eztec, MRVCotação de MRV).

Pronunciamento do presidente Lula durante inauguração da fábrica da EMS, em 23 de agosto de 2024

Portanto, meu querido Sanchez, é um dia gratificante para mim. É um dia muito gratificante poder participar da inauguração de uma coisa que eu ajudei a começar. E depois de 15 anos eu volto aqui como presidente outra vez.

E dizer: “Pôxa vida, valeu a pena fazer investimento aqui porque vocês têm muita competência, muita dedicação e vão ajudar a salvar muita gente.” É isso que me gratifica como presidente da República. É isso que me gratifica como ser humano. É olhar para trás e ver o que a gente conseguiu construir. O que a gente conseguiu produzir.

Ao fundar esta fábrica, o saudoso Emiliano Sanchez quis criar não apenas uma empresa de medicamentos. Mas, na verdade, o que ele queria criar era uma empresa de saúde. Era isso que ele queria criar.

Emiliano nos deixou muito cedo, em 1988, mas seu propósito de promover saúde, bem-estar e qualidade de vida para as pessoas continua vivo na atuação de Carlos Sanchez e seu sobrinho, Leonardo, à frente do Grupo NC.

Sua busca contínua pela inovação gerou esta fábrica. A primeira no mundo a produzir moléculas sintéticas destinadas ao tratamento de obesidade e diabetes.

Hoje, a EMS exporta seus produtos para 56 países, e tornou-se uma grande parceira das políticas e programas do Governo Federal.

Entre eles, o Programa de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo e o Programa de Desenvolvimento e Inovação Local, do Ministério da Saúde.

A EMS produz medicamentos estratégicos para o SUS atender adultos e crianças. Isso inclui imunossupressores para transplantes hepáticos e renais e remédios para o tratamento de esclerose múltipla, doença de Alzheimer e esquizofrenia.

A trajetória de excelência dessa farmacêutica é também um dos paradigmas para o Complexo Econômico-Industrial da Saúde que estamos erguendo como um dos pilares da reindustrialização do país.