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Em obras desde 2010, planta recebe recurso privado para conclusão parcial
A Hemobrás está sendo construída desde 2010. O projeto passou por mudanças estruturais como a divisão em duas fábricas, a de recombinantes e a de hemoderivados. Em 2015, a “Operação Pulso”, da Polícia Federal, recolheu dólares arremessados de um apartamento no edifício onde residiam gestores da empresa, no Recife.
Mesmo com a unidade de recombinantes ficando pronta em dezembro, a produção ainda será testada e analisada pela Anvisa por 12 meses até os produtos irem de fato a mercado. Segundo o presidente da Hemobrás, Antônio Edson de Souza Lucena, hoje o Brasil importa 700 milhões de unidades internacionais (iu) deste tipo de medicamento e a ideia é que a produção da Hemobrás suporte toda a demanda do SUS e ainda tenha excedente para ser exportado. Segundo ele, há apenas três produtores no mundo de recombinantes, sendo um nos EUA, um na Europa e outro em Singapura.
Antes da estatal firmar uma parceria com a japonesa Takeda para transferência de tecnológica de recombinantes, em 2019, o governo já tinha investido mais de R$ 1 bilhão na estrutura da Hemobrás, incluindo todas as linhas de produção – de recombinantes e de hemoderivados. Enquanto a Takeda bancou a conclusão da unidade de recombinantes, a unidade de hemoderivados recebeu mais R$ 1,1 bilhão em investimento público até agora, e deve alcançar R$ 1,4 bilhão até 2025, quando deve ser inaugurada.
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Em construção desde 2010 em Pernambuco, a estatal criada há 19 anos para coletar o plasma e produzir hemoderivados no Brasil ainda não entrou em pleno funcionamento
Um investimento público de R$ 1,1 bilhão na estatal Hemobrás (Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia) —dedicada à produção de hemoderivados, feitos à base do plasma e usados no tratamento de doenças como Aids e câncer—pode perder a relevância com a proposta de comercialização do plasma em trâmite no Congresso.
A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Plasma, aprovada em comissão do Senado no início do mês, altera trecho da Constituição que proíbe a venda de tecidos e substâncias humanas, permitindo que o setor privado participe da coleta e do processamento do componente sanguíneo para fabricar hemoderivados. A proposta ainda precisa ser votada pelo plenário da Câmara e do próprio Senado.
Bancos de sangue privados, por exemplo, seriam capazes de vender o excedente de plasma (não usado em transfusões) para a indústria produzir e comercializar medicamentos.
Atualmente, só a estatal pode recolher o excedente dos hemocentros para produzir fármacos, feitos em laboratórios no exterior e entregues ao SUS. A previsão é que, a partir de 2025, a empresa produza os hemoderivados em parque fabril em Goiana (PE).
Se aprovada, a PEC retiraria a exclusividade da Hemobrás sobre a fabricação dos medicamentos e diminuiria o estoque de plasma da estatal, criada em 2004 com o intuito de reduzir a dependência externa e nacionalizar a fabricação de hemoderivados.
Segundo Carlos Gadelha, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde do Ministério da Saúde, a Hemobrás precisa de aproximadamente 500 mil litros de plasma para fabricar os medicamentos. Sem estoque, a produção fica inviável.
A farmacêutica Eurofarma adotou a plataforma de gerenciamento de serviços corporativos (ESM) e de TI (ITSM) da Desk Manager, startup de soluções em help e service desk, para melhorar a gestão do fluxo de trabalho de processos internos da empresa.
O projeto foi construído a partir do investimento feito pelo programa de inovação aberta EurON Open Innovation (antigo Eurofarma Synapsis), focado em acelerar negócios que possam promover mudanças no setor de saúde, com aceleração da Endeavor.
Após resultados positivos no fluxo de trabalho, a Eurofarma ampliou o uso das ferramentas para toda a empresa. Diversas áreas passaram a utilizar as soluções da Desk Manager para gerir suas atividades operacionais internas no Brasil e demais países de operação.
Ao todo, as ferramentas ajudaram a atender mais de 877 mil clientes finais, com mais de 241 mil e-mails enviados diariamente e quase 3 milhões de mensagens por mês por WhatsApp, Teams e outras plataformas.
Outros nomes brasileiros a ajudarem o projeto, por meio de financiamento, são a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
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