Eurofarma é hexacampeã do prêmio Exame Melhores do ESG

“Estamos orgulhosos por mais essa conquista e ainda mais desafiados para darmos novos saltos. O tripé ambiental, social e econômico é parte dos valores da empresa para manutenção de um crescimento sustentado. Ele é tema transversal e parte das dimensões estratégicas da organização, que busca ser cada vez mais global, inovadora e sustentável”, disse Maria del Pilar Muñoz, vice-presidente de Sustentabilidade e Novos Negócios da Eurofarma.

Em 2008, quando criou uma Diretoria de Sustentabilidade, que se tornou posteriormente uma vice-presidência, a companhia definiu seu primeiro Plano Diretor de Sustentabilidade. Conheça as conquistas mais recentes:

“Recomendamos a inscrição no Linna. A Libbs está pronta para inovar com startups”

A Libbs buscava uma solução para prever e prevenir falhas nas máquinas que fabricam medicamentos e os digital twins se apresentaram como resposta. “São réplicas digitais de um processo ou equipamento que embarcamos na nossa plataforma de manutenção preditiva”, conta Rodrigo.

A todo momento, as réplicas calculam como o sistema deveria estar se comportando e, com técnicas complementares, indicam desvios de comportamento e perda de eficiência. Assim, evitam a interrupção na produção ou até mesmo a perda de um lote inteiro de medicamentos.

“O Linna trouxe uma aceleração muito grande na negociação. A gente conseguiu testar nosso produto no ambiente industrial da Libbs de forma muito facilitada pela equipe”, diz.

Como a Cimed vai promover a Copa do Mundo Feminina de 2023

A Cimed anunciou o lançamento da sua campanha voltada para a Copa do Mundo Feminina, que será sediada na Austrália e na Nova Zelândia e começará no dia 20 de julho. Da mesma forma como ocorreu no Mundial masculino do Qatar, a companhia desenvolveu uma série de ativações para a competição com Lavitan, complexo vitamínico da Cimed.

Com o mote “Campeãs por Natureza”, a ação conta com a contratação das jogadoras Debinha e Bia Zaneratto, que atuam na seleção brasileira, juntamente com a ex-jogadora Formiga, como embaixadoras de Cimed e Lavitan na Copa.
A farmacêutica está investindo cerca de R$ 40 milhões em todo o ciclo de quatro anos da Copa do Mundo – masculina e feminina -, considerando o patrocínio à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e ativações. Além disso, a Cimed também estará presente no pré-Copa, contando desde a preparação das jogadoras na Granja Comary, até o amistoso em Brasília e, por fim, no voo para a Austrália, com um kit especial de Cimed para as atletas da seleção.

Merck entra no mercado de medicamentos para obesidade no Brasil

A Merck acaba de estrear no bilionário mercado brasileiro de medicamentos para obesidade. Com um tratamento oral de última geração, o Contrave, a multinacional foi surpreendida pela forte aceitação do produto e atingiu mais de 70% da meta para o primeiro mês de comercialização com apenas sete dias de colocação nas farmácias. A ambição é alcançar a liderança nesse segmento em três anos, chegando a mais de 200 mil pacientes.

Segundo o presidente da Merck Brasil, Arnaud Coelho, foram cinco anos de trabalho para viabilizar o lançamento nacional da terapia, a primeira que combina dois princípios ativos – naltrexona e bupropiona -, para frear a fome emocional e a fome fisiológica, com atuação também contra o “craving”, um desejo incontrolável por determinado tipo de alimento.

Entre os tratamentos de última geração contra a obesidade, lançados há dois ou três anos, é o único de apresentação oral. “O Contrave nasce para tratar obesidade ou sobrepeso, em pacientes que apresentem ao menos uma comorbidade, com algumas características especiais”, disse o executivo ao Valor, destacando ainda seu mecanismo de liberação prolongada.

Com preço de até R$ 650 para um mês de tratamento considerando-se a dosagem máxima, o medicamento é produzido no Canadá e foi licenciado para a Merck na América Latina. Nos Estados Unidos, onde foi registrado e é vendido pela Nalpropion Pharmaceuticals, é líder de mercado em vendas e em prescrição na apresentação oral.

Além do foco em cumprir as exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a farmacêutica concentrou esforços em trazer o tratamento a um preço mais acessível – essa classe de medicamentos ainda é muito cara no país e foi preciso adaptar seu custo à realidade brasileira para ampliar o acesso. Isso significa, de alguma forma, abrir mão de margem, reconhece o executivo.