Programa de inovação do Aché apresenta desafios para startups

O Aché Laboratórios, com o objetivo de impulsionar e escalar seu Programa de Inovação Aberta, inicia novo ciclo para resolver desafios estratégicos que estão divididos em quatro temas: liderança no receituário; relevância frente aos clientes; eficiência operacional e ESG.
“Procuramos sempre endereçar novas oportunidades e encurtar o processo de resolução de problemas e um dos caminhos é por meio da inovação aberta. Com a iniciativa, vamos abrir o Aché para mais empreendedores que podem trazer perspectiva e assertividade na resolução dos nossos desafios”, explica Rafael Ribeiro, diretor de Transformação Digital. “O Aché sempre apostou em inovação e investe de forma contínua para criar as condições adequadas para que inovação aconteça; seja dando robustez ao seu programa de inovação aberta, seja modernizando seu parque tecnológico, seja abrindo espaço na sua cultura”, reforça Ribeiro.

Anvisa abre consulta sobre medicamentos de referência

A Anvisa abriu nesta segunda-feira, dia 20, uma consulta dirigida para obter informações e subsídios para iniciar o processo de revisão da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 35/2012, que trata dos critérios de indicação, inclusão e exclusão de medicamentos na Lista de Medicamentos de Referência.

Podem participar da consulta qualquer pessoa física ou representantes de organizações da sociedade civil, além de empresas e entidades do setor farmacêutico, bem como outros agentes envolvidos no assunto. Para isso, basta responder perguntas por meio de um formulário, que ficará disponível até 19 de abril.

Daiichi Sankyo seleciona projetos sociais

A farmacêutica japonesa Daiichi Sankyo Brasil está com inscrições abertas, até o dia 31 de março, para receber projetos educacionais e sociais desenvolvidos por organizações da sociedade civil sem fins lucrativos, em prol do cuidado ao paciente. O edital “Chamamento Público 2023” avaliará propostas nas áreas terapêuticas em oncologia, cardiologia, psiquiatria, doenças raras, ortopedia, gastro e inflamação e dor.

Biomm aumenta participação em biossimilares

A biofarmacêutica brasileira Biomm encerrou 2022 com aumento da participação de mercado com comercialização de biossimilares para terapias oncológicas, de diabetes e antitrombótica. O Herzuma, medicamento para tratamento do câncer de mama, alcançou 14,5% de market share no segmento privado, tornando-se o segundo biossimilar de maior penetração e ultrapassando o biológico originador.

Já na franquia da diabetes, o Glargilin aumentou o market share para 12,2% no mesmo ano. No segmento antitrombótico, a participação de mercado total do Ghemaxan saltou para 5,1%.

“Diante de um cenário de envelhecimento populacional, seguimos buscando a consolidação do nosso portfólio com terapias que contribuam para a promoção da saúde e da longevidade, baseadas em biomedicamentos inovadores, seguros e eficazes”, afirma Heraldo Marchezini, CEO da Biomm.

Farmacêuticas querem regime tributário especial

As indústrias farmacêuticas apoiam a reforma tributária, mas querem ser enquadradas em um regime especial para a área da saúde. A afirmação partiu do presidente do Grupo FarmaBrasil, Reginaldo Arcuri, em entrevista ao jornal Valor Econômico.

Segundo a associação, que reúne 12 empresas brasileiras de capital nacional, esse é o padrão dos países que adotaram o Imposto sobre o Valor Agregado (IVA). De acordo com a reportagem, há um temor de que a reforma tributária exclua a lista positiva, elaborada pelo Ministério da Saúde, que garante um tratamento tributário especial, envolvendo 70% dos medicamentos comercializados no Brasil que não pagam o PIS/Cofins.

Hypera

O conselho de administração da Hypera aprovou a distribuição de R$ 194,8 milhões (valor bruto) em juros sobre capital próprio, o equivalente a R$ 0,30791 por ação.

Agenda de empresas: Dasa fará oferta de R$ 1,5 bilhão

A Dasa pretende fazer uma oferta pública de ações de R$ 1,5 bilhão após a divulgação dos resultados de 2022, prevista para o dia 28. A família Bueno, controladora da empresa, vai subscrever R$ 1 bilhão, enquanto a mesa de ações do BTG Pactual se comprometeu com os R$ 500 milhões restantes. O preço de emissão será de R$ 8,50, um prêmio de 11% em relação ao preço atual.