Dentre as medidas que a Amcham propõe, está a construção de uma agenda bilateral buscando espaços de cooperação para economia global de baixo carbono. Sugere ainda estabelecer a participação dos EUA no Fundo Amazônia, atrair recursos para pesquisa, desenvolvimento e produção de energias renováveis, incluindo solar, eólica, hidrogênio verde, biocombustíveis avançados.
Diante de crescentes riscos disruptivos como os vistos com a pandemia e a guerra na Ucrânia, o documento ressalta a necessidade de resiliência de cadeias produtivas, assim como de segurança alimentar e energética.
A Amcham sugere plano de ação entre Brasil e EUA em nível ministerial e com a participação do setor privado para promover maior integração e resiliência nas cadeias bilaterais.
“O plano deve identificar oportunidades para cooperação em setores relevantes para os dois países, como semicondutores, baterias e carros elétricos, equipamentos médico hospitalares, medicamentos, minerais críticos, fertilizantes, entre outros”, afirma.