BLAU3 | Resultados 2T22

Receita Líquida: totalizou BRL 365 milhões no período, flat em relação ao 2T21 – trimestre em que a Blau registrou recorde de faturamento – e +17% em relação ao 1T22. Cerca de 5% de Receita Líquida foi proveniente de novos produtos, comercializados nos últimos doze meses.
Lucro Bruto: atingiu BRL 167 milhões no período (-14% YoY e +3% QoQ), com Margem Bruta de 46%.
EBITDA: totalizou BRL 121 milhões no trimestre (-20% YoY e +4% QoQ), com Margem EBITDA de 33%, acima da margem média da Companhia nos últimos 5 anos.
Resultado Financeiro: representou uma Receita de BRL 31 milhões (vs. Despesa de BRL 1 milhão no 2T21 e BRL 32 milhões no 1T22), impactada positivamente por BRL 23 milhões referentes a marcação a mercado de posição de NDFs e caixa em moeda estrangeira.
Lucro Líquido: atingiu um dos maiores patamares históricos, de BRL 112 milhões (+13% YoY e +83% QoQ), com Margem Líquida de 31% (+388 bps vs. 2T21 e +1.120 bps vs. 1T22). Excluindo impacto do Resultado Financeiro dos NDFs e caixa em moeda estrangeira, o Lucro Líquido atingiria BRL 97 milhões, com Margem Líquida de 27%.
Investimentos com PD&I: atingiram BRL 19 milhões no 2T22 (+36% YoY e +25% QoQ) e representaram 5% da Receita Líquida.
4 produtos lançados, 15 medicamentos aprovados e 9 registros solicitados no trimestre, entre novos produtos e novas apresentações, na América Latina.
Proventos: Em 30 de Junho, anúncio de pagamento de BRL 28,6 milhões de juros sobre capital próprio, relativos ao 2T22.

Eurofarma traz para a América Latina medicamento que reduz em 65% crises epilépticas refratárias

O cenobamato, sob os nomes comerciais de Ontozry® e Xcopri®, já está nos mercados Europeu e Americano, respectivamente, sendo que nos Estados Unidos o produto já teve suas vendas iniciadas recentemente. Em ambas as regiões, pela alta eficácia do medicamento e qualidade incutida, tanto o FDA quanto o EMA, órgãos reguladores locais e dois dos que mais têm credibilidade globalmente, aprovaram rapidamente sua inserção no mercado.
No Brasil e demais países latino-americanos, a expectativa é de que o produto esteja disponível para compra em 2025.

Projeto da Eurofarma em MG é ampliado

O projeto da nova fábrica da multinacional do setor farmacêutico Eurofarma, em Montes Claros, no Norte de Minas, foi ampliado. Inicialmente orçada em R$ 600 milhões, a planta industrial poderá receber agora cerca de R$ 1,8 bilhão em aportes. A empresa adquiriu mais 300 mil metros quadrados para ampliar os investimentos, que contemplam novos blocos produtivos que se traduzirão em um aumento relevante de capacidade fabril.

Ministério vai comprar antiviral para varíola dos macacos

O Ministério da Saúde anunciou que vai comprar o tecovirimat para casos de varíola dos macacos (monkeypox). Esse é um medicamento antiviral desenvolvido para o tratamento da varíola, ainda sem registro ou venda no Brasil. Ele interfere em uma proteína encontrada na superfície do vírus, o que diminui o ritmo de sua replicação. O resultado é a duração da infecção por um menor período de tempo. No primeiro momento, o remédio será apenas para os casos mais graves.

Supermercados não têm ‘ambiente’ para vender remédio, diz Raia Drogasil

O comando da Raia Drogasil (RD) disse hoje, em teleconferência com analistas, que a discussão sobre venda de medicamentos sem prescrição médica nos supermercados é antiga e que, em outros momentos em que supermercados buscaram comercializar esses itens, “não aconteceu nada” porque eles não têm estrutura para isso.

“Estamos falando em probabilidade [de mudança regulatória] e não vamos entrar nisso, isso está com a Abrafarma. Agora, vem de tempo já essa discussão. Quando os mercados entraram não aconteceu nada. Eles não têm ambiente para venda e farmácia de ‘super’ vende menos que as associadas da Abrafarma. Isso não nos tira o sono”, disse Eugenio De Zagottis, vice-presidente de planejamento corporativo.