The Economist | O que uma segunda semana de guerra trará
Guerra entra na segunda semana como teste de resistência entre Irã e adversários, com petróleo, infraestrutura e apoio político sob pressão.
Guerra entra na segunda semana como teste de resistência entre Irã e adversários, com petróleo, infraestrutura e apoio político sob pressão.
Guerra com o Irã bloqueia energia do Golfo, eleva petróleo acima de US$ 100 e empurra a Ásia para um risco agudo de escassez.
Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque também reduziram produção enquanto bloqueio do Estreito de Ormuz trava exportações no Golfo
Catar alerta para paralisação das exportações de energia no Golfo e vê petróleo a US$ 150 se guerra no Oriente Médio persistir.
Escalada entre EUA e Irã amplia temor sobre oferta de petróleo, enquanto mercado avalia risco de inflação e estagflação global.
Presidente prometeu garantir “fluxo livre de energia”, mas, se não acontecer logo, preços do petróleo tendem a subir muito
BlackRock e Vanguard divergem sobre impacto da guerra no Oriente Médio, mas veem duração do conflito como fator-chave para os mercados.
Combinação de barril acima de US$ 80 e câmbio na faixa de US$ 5,20 a US$ 5,30 poderia levar a redução de até 0,3 ponto no déficit primário
A indústria de frango negocia com o Ministério da Agricultura rotas alternativas, o que deve atrasar entregas e encarecer cargas. A crise do gás natural, essencial aos fertilizantes, também preocupa o Brasil
Nilton David disse em evento que conflito adiciona nova camada de risco às perspectivas de inflação e crescimento e pode afetar a calibragem da política monetária após a próxima reunião do Copom