Inflação nos EUA assusta e mercado vê menos cortes nos juros pelo Fed
Processo de reprecificação das taxas americanas provocou estresse nos ativos financeiros globais; no Brasil, dólar subiu ao maior nível desde outubro
Processo de reprecificação das taxas americanas provocou estresse nos ativos financeiros globais; no Brasil, dólar subiu ao maior nível desde outubro
Pimco and T Rowe Price among firms to increase exposure in Europe amid cooling inflation
Nas últimas semanas, dirigentes do banco central americano fizeram declarações que não ajudaram a traçar rumo para os negócios
Inflação pode ficar mais difícil de lidar no futuro, e BCs precisarão aprender a agir rápido e com força, como fazem os emergentes
O presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, que foi bastante conservador ao afirmar que espera apenas um corte de 0,25 ponto percentual dos juros em 2024
Bolsa de Nova York teve alta de 27% no índice S&P 500 desde outubro, no maior rali desde pelo menos 1970, antes da flexibilização nos juros
Índice de 0,4% ficou acima do resultado de janeiro, de 0,3%, mas dentro das expectativas de analistas do mercado
Números sobre crescimento do emprego em dezembro e janeiro nos EUA consolidaram expectativa de investidores de que haverá corte de juros em junho
Preocupação é cada vez maior com os riscos que as altas taxas de juros representam para esse segmento de US$ 1,7 trilhão
Inflação em janeiro foi mais baixa do que a anunciada oficialmente, segundo estudo mais observado pelo banco central