Como as grandes gestoras usam IA para ganhar produtividade e tomar decisões que afetam seus investimentos
Gestoras do Bradesco, Santander, Itaú e Banco do Brasil revelam como a IA ajuda em suas análises
Gestoras do Bradesco, Santander, Itaú e Banco do Brasil revelam como a IA ajuda em suas análises
IA amplia fronteira de investimentos para 2026, com oportunidades que vão de robotáxis e saúde a cobre e energia — e alerta para a necessidade de diversificação diante de valuations apertados.
Em artigo no site da gestora, um dos investidores mais bem-sucedidos da história questiona os efeitos da tecnologia sobre o mercado de trabalho e também o alto nível de endividamento
Em Abu Dhabi, gigantes globais alertam para bolha de IA, mas miram infraestrutura e data centers enquanto trilhões seguem em jogo na nova “corrida do ouro” tecnológica.
Capex global em IA já atinge USD 423 bilhões e pode sustentar o rali das ações, com mercado potencial de USD 3,1 trilhões até 2030, enquanto relatório aponta que o tema segue subestimado pelos investidores.
Gestores globais em modo risk-on ignoram temor de bolha em tecnologia e reforçam aposta em ações até 2026, apesar de riscos de inflação e política de Trump.
Orlando Bravo, fundador da Thoma Bravo, afirma que há uma hesitação em meio à preocupação de que o setor esteja supervalorizado; empresa é uma das maiores do setor de private equity do mundo
BlackRock prevê que boom de IA seguirá dominando mercados em 2026, mas alerta para volatilidade alimentada por alavancagem, concentração de apostas e risco de novas liquidações rápidas.
Bank of America prevê 2026 mais cauteloso, com “air pocket” em IA e consumidor pressionado limitando o fôlego das ações, apesar de alta moderada projetada para o S&P 500.
Fabricantes como Microsoft, Google e ByteDance disputam memória com celulares e PCs; escassez já pressiona inflação e ameaça crescimento do setor